segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

WELCOME 2013

Por aqui não há resoluções de ano novo. Não tivemos tempo para isso. 2013 vai ser um ano de muitas mudanças. Mudamos de casa. Mudamos de estado civil. Mudamos (mudo) de nome. E sabe-se lá que mais. Por isso, para 2013 não queremos mais coisas do que as que tivemos em 2012: muito amor, muitas gargalhadas, muitos mimos, muitos desafios, muita saúde, muita energia e algumas viagens. A ter que perder algumas destas coisas, que percamos as viagens. Que percamos alguma energia. Porque tudo o resto será mais do que suficiente para enfrentar tudo o que o próximo ano nos poderá trazer.

É isto que desejo, sinceramente. Para nós e para todos os que fazem parte da nossa vida, virtual ou realmente. Porque não posso desejar menos para todos vós do que o que desejo para nós próprios.

Boas entradas em 2013. E que os doze meses seguintes sejam palco de muitas alegrias! Por cá, tudo está preparado para dar as boas vindas a mais um ano.

All set to Réveillon 2012/2013

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Dos (tenebrosos) saldos

Fiquei eu eu animada q.b - que esta gripe não tem dado para mais - pelo fato de não estar a trabalhar no dia em que começavam os saldos. Com um almoço marcado no Chiado, pensei que seria um dia bem catita para andar às compras depois de matar saudades dos-amigos-que-decidiram-trocar-Portugal-pelos-trópicos. Mas foi de FUGIR. Entrei em dez lojas e saí de lá ainda mais rápido. Houve outras em que nem pus um pé, tal foi o pânico depois de ter visto a maralha lá dentro.

Havia homens, mulheres, crianças e tenho dúvidas se não haveria um ou outro cachorro escondido por entre os snoods e os camisolões. Não comprei uma peça que fosse, impedida que estava de vislumbrar o que quer que fosse por entre um mar de pessoas. E as prateleiras? Na Massimo Dutti, por exemplo, vazias, pareciam que tinham sido invadidas por um tufão. Deprimente, é o termo. E depois as pessoas agarradas às coisas - que afinal só estavam com um desconto de 10 ou 20% em tantos casos - como se daquilo lhes dependesse a vida.

Resumidamente: a época de saldos não é para mim (a menos que seja no conforto do online). E os portugueses estão a ficar cada vez mais histéricos, o que me deixa de absoluto mau humor. Pronto. Por hoje era só isto.


A melhor resposta ao nosso convite de casamento!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Christmas presents #1

by MOM
A minha mãe é uma senhora muita prendada. E esta gola, gira que só ela, e que por acaso me fica lindamente (cof cof) saiu das mãozinhas da minha querida mãe, diretamente para o meu pescoço. E foi um dos presentes favoritos!

My mom made me this snood, this Christmas. It's such a fluffy and beautiful piece that I used it every days since Christmas eve!<3

Do casório #17

E hoje demos entrada ao processo no registo. E de repente o estômago apertou-se e foi: HOLLY CRAP agora é que está quase!!

'Tá tuuudo bem! :)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Do casório #16

WeddingRings

Já temos alianças. Fui buscá-las mesmo na véspera de Natal. E depois decidi não as trazer e deixei-as lá enquanto decidimos o que vamos mandar gravar. Mas de repente o meu coração apertou-se e sentiu: holly crap, já falta pouco.

Thank God is Christmas![still]

E agora que passou a azáfama do dia de Natal, começa a serenidade do Natal a sério. Que o nosso dia foi confuso, ainda que feliz. E agora que só me apetecia descansar, voltei ao trabalho. Com o coração cheio, mas tanto que fazer que até me custa pensar.

Tive um Natal muito generoso - e o melhor presente ainda está para chegar... - e sobretudo cheio de mimo e de família. E os vossos? Que receberam? Que novidades?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Da vida [ou da morte]

A vida tem mistérios que nuca vamos conhecer, desconfio. Na mesma semana em que o pequeno J. recupera e volta para casa, depois de cinco dias infernais, há uma outra vida que parte. Mesmo antes do Natal, para nos lembrar de que por vezes damos demasiada importância às coisas mais irrelevantes da vida.

Este Natal não vai ser triste. Mas vai ser um Natal mais duro. Não vai ser recheado só de sorrisos, porque há lágrimas que inevitavelmente precisam de ser choradas. E a nós cabe-nos amparar quem sofre mais com esta perda. E saber sorrir para eles. Porque é hora de cuidar dos que cá ficam, por mais que queiramos chorar os que partiram.

Um ano peculiar este, é o que vos digo.

E difícil. Muito difícil.

New nail-polish in the house [and on the nails;)]

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Friends



Imagem daqui
Às vezes, as melhores palavras vem exatamente de quem não esperávamos. A vida tem destas agradáveis surpresas: afinal é possível fazer amigos onde e quando menos esperamos. E deixá-los entrar, devagarinho, numa vida precisada destes mimos.

Talk, talk, talk

Por mais voltas que dêem, por mais que digam o contrário, há uma coisa de que tenho a certeza nesta vida: a falar é que nos entendemos. E afastamos as angústias, os medos, os fantasmas. Ou pelo menos tentamos. Não há pior que uma paz podre e silenciosa.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

As ex-namoradas

Não há pior do que no meio de um dia banal esbarrar com uma fotografia da ex-namorada. Ou pior: uma fotografia dos dois, abraçados e a sorrir. A primeira reacção é: why the fuck is this in here? A segunda é: porque parecem felizes? E depois há a terceira, que basicamente se resume em ficar a matutar nisto durante as horas seguintes.

E obviamente os caríssimos namorados / maridos não estão para aturar amuos e teimam em bater na mesma tecla: "Mas para que é que estás assim?" / "Não sei nada dela". / "Nem sabia que isso aí estava". Certíssimo. Acredito, mesmo, que assim seja. Mas aqui está aquilo que vocês também precisam de entender sobre as mulheres:

1. Quando nós acabamos com alguém, todas as recordações desaparecem: fotos, cartas, postais, canecas, presentes (que não sejam roupa, obviamente. Para isso abre-se uma excepção;)

2. Os nossos ex-namorados, que de facto não importam mais, não têm lugar em prateleiras, em pastas de computador.

3. Todas as memórias têm um delete. Não falamos sobre o carro que tinham, sobre onde moravam, sobre as viagens que fizémos, sobre os problemas que tinham.

E porquê? Porque a nós as memórias doem. Mesmo que signifiquem coisa nenhuma. E como aquela pessoa saiu da nossa vida, nós não precisamos de recordações que no-la mantenham lá. Para isso temos a nossa cabeça. E portanto, não é boa ideia deixarem fotografias da ex espalhadas pela casa. Ou ter pastas com as fotografias das vossas viagens - até porque digitalmente as fotos têm legendas e as legendas muitas vezes são bem piores que as próprias imagens. Não nos digam que carro é que ela tinha. Não nos digam onde é que morava. Não façam comparações.

Porque mesmo sabendo que ela já não significa nada, isso magoa. Porque para nós, ter uma foto significa não querer esquecer. Para vocês é tão indiferente que nem a vêem. Mas se é indiferente façam um favor e atirem-na fora. E evitam a angústia feminina da coisa. Porque a angústia, ao contrário do que vocês pensam, não é racional. É tão estupidamente emocional que por isso mesmo nunca pára. Nós vivemos bem com o vosso passado. Mas naõ no-lo coloquem em frente dos olhos todos os dias que isso ninguém aguenta.



Shit!

Sabemos que estamos a crescer quando, a caminho do jornal, olhamos para o céu e pensamos:


Espero que hoje não chova [porque preciso que a roupa do arame seque]

Shit!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Lábios secos

O meu Inverno é sempre um inferno no que toca a conseguir manter os lábios hidratados e com ar de pessoa normal. Odeio ver lábios ressequidos, acabam sempre em sangue e com um aspeto mal cuidado.

Inverno 2012


Não há baton do cieiro ou whatever que ajude e nem a vaselina, que costumava ser o meu melhor amigo, tem resultado. No entanto, o creme gordo revelou-se o melhor aliado de sempre para a ocasião. É arranjar uma daquelas caixinhas pequenitas redondas (à venda na Sephora, na Kiko ou em qualquer loja do tipo) e enche-la com creme gordo para andar na mala e usar como baton. À noite, antes de dormir, encher os lábios com aquilo para fazer uma 'máscara intensa'.

Digo-vos que é tiro e queda. Os lábios mais hidratados e confortáveis de sempre :)


SOS Wine

Preciso de um bom kit para vinhos. Um bom saca-rolhas, um bom colarinho para a garrafa, um bom dispensador, uma boa rolha para a fechar a seguir. Alguém sabe onde posso encontrar um kit que não tenha um preço pornográfico e que seja bom?

Please?

Grata!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Sweet December

Sweet Friday/Saturday morning

Com direito a jantares de Natal na casa-que-está-quase-a-deixar-de-ser e com trocas de presentes e planos para o futuro. Com direito a um brunch prolongado numa esplanada do Chiado, com tanta conversa jogada fora e tantas pessoas conhecidas a passar. Com direito a gnomos, a lambidelas da Ninnis...


Sweet, sweet Saturday

E depois dos amigos, os amores. Os meus dois miúdos divertem-se a ver passar os vizinhos, e depois eu e o miúdo de duas patas vamos namorar pela nossa cidade, tendo finalmente tempo para 'dolce fare niente' a dois. E à noite ainda há tempo para pipocas em home cinema, com mantas e mimos.

É disto que é feito o meu [o nosso] Dezembro. Para fechar o ano sem pensar nas coisas menos boas que 2012 teimou em trazer. Para nos prepararmos para um 2013 cheio de coisas boas.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Memories

Dedicatória que fizemos há tantos anos no livro 'Mulherzinhas'
Nada nos toca tanto como as boas recordações. Hoje escreveríamos exatamente o mesmo. For sure!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Resumindo

Noite de filme: cancelada [não o vi chegar. Não o vi sair de manhã]

Noite de festa: cancelada. [não sei se o vou ver]

Noite de namoro: preparámos a lua de mel. E ele adormeceu right after que o trabalho anda a matá-lo.

Amanhã começam os jantares. E este é um final de semana de um dia. Oh well..:(

Facebook/ #2

Há um ideia generalizada -e assustadora - de que o que não está no Facebook não existe. Não acontece. Para o bem e para o mal. As pessoas deixaram de resguardar a sua vida pessoal e passaram a escrevinhar e fotografar tudo para todos os seus 'amigos'. Com a agravante de que se não puserem lá tudo é, obviamente, 'porque não querem que se saiba'.

Isto a mim complica-me um bocadinho com os nervos, e eu até sou uma utilizadora frequente da coisa. Mas com termos. Com modos. E acima de tudo, com cuidado. E porque vos escrevo eu este texto?
Porque no outro dia, uma colega dos tempos do secundário disse-me, chorosa e condoída, que tinha terminado o namoro de mais de dez anos. Tinham comprado casa, carro, viviam juntos..enfim, o de sempre. Dei-lhe o apoio que pude, que nestas coisas as palavras sossegam muito pouco um coração partido.

Há cerca de três semanas disse-me que estava apaixonada e feliz. Ao que respondi um 'ótimo!, que bom!' e acrescentei que o melhor 'é ter algum cuidado, porque o coração ainda está magoado e é preciso gerir expectativas'. A resposta foi 'sim, sim, estamos a levar tudo muito devagar e sem dizer a muita gente'.

Wise decision, pensam vocês. E pensei eu. Mas eis se não quando o Facebook é inundado com frases de 'amo-te', de 'árvore de Natal feita a dois', de 'já não passo sem ti'. E eu pergunto...é isto que é levar a coisa com calma?

PESSOAS, ninguém gosta menos por não escarrapachar isso no Facebook!!! I MEAN IT!

Growing up!

E em 2014 também já há um casamento marcado.

Holly crap, estamos a ficar todos tão crescidos...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

do jornalismo [ou do que também me ajudou a vir aqui parar]



O Chico nos avisou no primeiro dia de aula que o nosso contato seria intenso. “Gente, nos próximos três meses vocês vão estar muito próximos”. Entrelaçando os dedos das duas mãos simbolizou que teríamos de ter união, que teríamos de ser um time. Antes, como de praxe, perguntou se alguém queria desistir. Ninguém se atreveu a sair do curso. Ainda bem! Três meses se passaram, convivência intensa entre 31 Focas, viagens para o Norte e o Sul e, finalmente, chegou o momento da despedida. Há um misto de sentimentos. O orgulho do trabalho feito se mistura com a tristeza da despedida. Momentos que não voltam ficarão para sempre nas nossas memórias, envoltos em sorrisos e boas recordações.

Nas nossas mentes pairam dúvidas sobre o que virá pela frente? Só o destino sabe. Mas ‘I gotta a feeling’!,  não há o que temer. Há sempre uma saída para quem batalha e busca melhorar. E eu acho que isso não é um comentário de um Foca Coco. Amigos, Deus é bom demais. A gente entendeu isso quando descobriu, aqui no Focas, que o Amor é o verbo que melhor simboliza a comunicação. Alguém já tinha pensando nisso antes?

Descobrimos tantas outras coisas: o texto não pode ter rimas; é preciso que ele tenha um bom ritmo; cada palavra deve conquistar o leitor; aspa no início do texto deve ser evitada; no final também! Aprendemos a reconhecer os nossos erros com humildade e acolhimento. Cada palestrante, cada professor, deixou em nós os ensinamentos, os conselhos e, acima de tudo, deixou o brilho no olhar e a certeza de que nossa profissão ainda é uma das mais bonitas do mundo.

Ficam-nos gravadas outras dicas: há os mega-personagens – ao estilo da D. Conceição, velha conhecida de qualquer aluno do curso. Há sempre uma boa história escondida no dia-a-dia. O jornalista é jornalista mesmo de férias. E tantas outras coisas que cada um de nós anotou nos seus blocos e na memória, para usar sempre que chegarem o famoso bloqueio literário ou as dúvidas existenciais.

As viagens enriqueceram ainda mais essa nossa experiência. Não só instigaram a nossa capacidade de busca pelo ineditismo, como aproximaram o grupo. Porque nas viagens deixamos de ser colegas de sala, alunos, conhecidos, e passamos a ser amigos. As 24 sobre 24 horas foram recheadas de emoções, descobertas, conversas.
 A troca de ideias sobre a melhor pauta deu tantas vezes lugar à partilha pessoal. Às discussões políticas. A cantares à mesa ou só a uma conversinha de circunstância.
Rondônia ficará para sempre na lembrança, com as intensas conversas e brincadeiras à beira da piscina em Porto Velho  - “gente, o desafio agora é dizer nome de bandas de pagode.” Com a viagem de barco e a visita à obra do momento. A hidrelétrica de Santo Antônio cresceu, literalmente, sobre os nossos olhares. Graças a Odebrecht, que tão bem nos guiou e acolheu durante a viagem. Que nos proporcionou uma experiência única.  Obrigada J  Rondônia será igualmente recordada pelo descobrir de um Brasil que não é aquele em que vivemos todos os dias. Pelo conhecer de gente tão cheia de valor que rendeu 31 pautas diferentes.

A quartaneja em Santa Cruz do Sul deixa boas lembranças. Tal como os jantares em que precisamos usar os conhecimentos sobre: como tomar vinho? Como colocar o guardanapo? Como sentar sem ser doce e usar a roupa bem combinada! As saunas, as conversas no hall, os jantares culturais e a busca, mais uma vez contínua, pela melhor história. Santa Cruz nos mostrou um Brasil bonito, verde, produtivo e pleno. Também para a Philip Morris, que nos mostrou realidades diferentes, deixamos o nosso obrigada. 

Queremos deixar o nosso agradecimento à VIVO, pela curiosa aula sobre redes sociais, pelo acolhimento, e pelo segundo BlackBerry da Giuliana J

Se a saudade já começa a florescer em nossos corações, é sinal de que o tempo vivido aqui foi proveitoso. A rotina de Metrô, ônibus, fretado, GR, por vezes nos cansou e nos desanimou. Para muitos de nós, não havia como tudo isso se tornar realidade sem a participação ativa dos nossos pais, das nossas famílias, estejam eles aqui presentes ou vivos na nossa memória.  São eles nossos pauteiros desde a infância. Um trabalho diário e sem férias. Eles foram o nosso braço direito durante todo o curso, sem sequer a possibilidade de desistências do seu papel. Por isso, o nosso agradecimento também vai para eles. Para todos os pais, para todas as famílias que permitiram que estivéssemos aqui hoje. Porque graças a cada um deles, 31 Focas puderem se conhecer, trabalhar e aprender a ser melhores. Agradecemos aos nossos amigos. Àqueles que ficaram longe, nas nossas cidades, ou que ficaram sem tanto de nós durante estes três meses intensivos. Obrigada pela presença e amizade.

E o que dizer dos professores? O Luiz Carlos Ramos nos ensinou a importância da observação.  A tirar água de pedra, quando melhor não é possível. Pudemos entrevistar ministros, ex-ministros, senadores... fizemos matérias sobre tudo e até descobrimos que o prédio do Estadão é campo suficiente para dezenas de pautas – quem diria?! Sempre com uma palavra de incentivo, atento, com ele fomos melhorando até chegar – esperamos – ao nível aceitável de um jornalista.

A Carla deixou o aviso logo na primeira aula: não ia facilitar a vida dos Focas. E não facilitou! A verdade das avaliações esteve sempre acima de tudo. Com o sorriso de quem já sabe quais serão os nossos problemas, a Carla foi-nos guiando pela difícil arte da reportagem e da edição. Se deu certo? Dêem uma olhada ao suplemento especial dos Focas!

Paco Sánchez foi muito mais do que aquilo que já esperávamos. Uma semana que pareceu um mês em aulas divertidas, simpáticas e cheias de conhecimento. Em Paconhol aprendemos a escrever bem o Português.  E é com tristeza que hoje não temos a presença do Paco. Mas, como as distâncias, agora, são facilmente encurtadas, e como estamos no Brasil onde tudo é possível... vejam/ouçam isto! (vídeo/áudio Paco)

Ao Chico Ornellas, o nosso agradecimento maior. Temos a certeza de que nenhum Foca esquecerá as entrevistas, o primeiro dia do curso, as broncas, as conversas e as piadas.  Obrigada por acreditar e apostar em nós! J
À Mari e à Marisa, pela dedicação e empenho. O sorriso de vocês foi fundamental em tantos momentos. J

A todos os professores e participantes que se dispuseram a dividir conosco o conhecimento adquirido em anos de experiência queremos agradecer a disponibilidade e simpatia. De todos eles retiramos o melhor e guardamos as palavras. E tomamos como exemplo, para que o nosso caminho seja marcado pela tentativa de ser melhor e a busca pela excelência.

Amigos, dentre os ensinamentos recebidos, ouvimos repetidamente que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo em algumas décadas. Saibamos desempenhar o nosso papel com retidão. O jornal que nos acolheu nos últimos três meses continua sob censura. Há 126 dias. É preciso que sempre lutemos pela plena liberdade de expressão, pois só assim viveremos no País em que sonhamos.  Que daqui em diante nunca nos esqueçamos sobre o real motivo que nos levou a desempenhar o papel de jornalistas. Vamos juntos ajudar o desenvolvimento do Brasil para que, dentro de pouco tempo, algum de nós possa escrever que a nossa Nação já não é mais tão desigual.
Por fim, não percamos o encantamento de um Foca pela profissão. “Redação é lugar de gente feliz”, vamos lembrar mais uma vez do Chico. Há sempre o que melhorar tanto na apuração como no texto. Vamos aproveitar as horas que nós restam. O tempo que nos pressionou tanto nos últimos meses, agora tem de ser o nosso aliado. Afinal, seremos focas do Curso Intensivo de Jornalismo Aplicado somente até as 23h59 de hoje.    

o Paulo, 5 de Dezembro 2009

Da más notícias

Depois de uma noite mal dormida, acordei com a mensagem que claramente não queria receber. Portanto, hoje o meu coração está, ainda que apertado, todinho com o Z., com o D. e com a I. E os meus olhos estão virados para o único santo em que acredito verdadeiramente [eu, vil católica-quase-protestante]. Para ele e para Ele que eu sou pessoa para rezar o que for preciso para que o dia de hoje não se torne num pesadelo.


Santo Expedito

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Incompetentes!


Não, não é a economia. Não é a depressão, não é a Europa, não é o facto de a Lehman ter caído e de a China estar a crescer menos do que o esperado, tal como acontece no Brasil. Não é porque a Grécia não chega a acordo nem porque Berlusconi pode voltar ao Governo em Itália. Não é porque o Gaspar aumenta os impostos e o Passos concorda com ele que o País está como está.

A verdade, dura e crua, é que a maior parte dos gestores / diretores portugueses são uns incompetentes - sei que as generalizações são tramadas e que é há por aí muita gente muito válida. Até porque tenho um gestor / diretor lá em casa. Portanto, não deturpem o que vão ler.

Mas a verdade é esta: os nosso dirigentes são uns incompetentes. Não sabem organizar o seu tempo, não sabem comunicar com os trabalhadores, não sabem gerir expectativas e são muito poucos os que sabem gerir recursos decentemente. Os gestores não percebem que se tiverem trabalhadores felizes, têm funcionários mais competentes. Têm dificuldade em perceber que pouco interessa ter as pessoas a trabalhar durante 10h 'de corpo presente', se elas já fizeram o que tinham a fazer. E que se as deixarem sair mais cedo, que seja 30 minutos, serão trabalhadores muito mais bem dispostos e logo, muito mais empenhados.

Os diretores das nossas empresas não percebem que mais do que mandar, têm que saber fazer para depois poderem mandar fazer. E têm que ter uma relação de respeito para com os seus funcionários, de forma a que eles retribuam exatamente na mesma medida.

Resumidamente, Portugal só precisa de bons dirigentes. Que saibam aproveitar o que de melhor têm as pessoas. Porque actualmente, a maioria só consegue despertar o que de pior há dentro de cada um.

Do casório #15

Imagem retirada da Internet
E pois que também já temos sapatinhos para o grande dia. Devagar, muito devagarinho e sem pressas, tudo se vai compondo. E vai ser tão lindo.

[ou como até eu já estou na fase do 'não podemos casar já?']

Que bom, que bom, que bom

Não houve vinho e filme. Mas houve tarefas partilhadas, jantar sossegado e uma série. E muitos mimos. E muito namoro. Que andamos tão precisados.

Foi um bom serão. Bom, bom, bom.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Movie and Wine

Era tudo o que eu queria hoje.

Five days and counting...

Hoje o mood é este: desejar ardentemente que chegue a sexta-feira, porque o final de semana foi mais cansativo que três dais de trabalho daqueles muito maus - que têm sido basicamente todos. Portanto: BOM DIAAAAAAAAAAAAA. E que o sol de Inverno vos ilumine. Que eu cá estou a contar com ele e com toda a cafeína que possa arranjar!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

No comprendo

Não percebo esta necessidade de 'posse' tão típica dos portugueses. Nos últimos dias - e não sei porquê, porque há anos que eu digo o mesmo - tenho ouvido mil vezes que devíamos era comprar uma casa, e que arrendar é perder dinheiro e bla bla bla whiskas saquetas. E nós não achamos. E eu recuso-me a pagar 'spreads' de 4,5%. E para além do mais, eu não arrisco ficar presa a uma casa. Eu, que adoro mudar de casa. Que mudei de casa 7 vezes nos últimos dez anos. Além disso - e acrescendo que eu trabalho nisto - comprar uma casa tem montes de despesas de que as pessoas por norma não contabilizam, e que, se pensarem bem, vai dar ao mesmo que a renda da casa que pagamos. Para começar a escritura e processos afins são quase 5.000 euros (que podem ir até 7.000). E isto só para começarmos a brincar. Depois os seguros de vida. Depois os IMI (que as isenções estão a ir-se, pessoas) e o IMT. O condomínio. Os custos com as obras e afins...Se fizerem bem as contas, vão ver que tenho razão. Não, nós não temos necessidade de possuir coisa alguma. Não nos faz falta. Não nos faz mais felizes. Não me anima viver numa casa que é do banco ao invés numa que é do senhorio. Mas como também não me incomoda quem tem essa opção, agradeço só que não me aborreçam. Pode ser? Grata! :D

Ontem foi isto [agora sim!]


 Com os amigos de sempre. E foi lindo, lindo, lindo, lindo!

Se puderem, corram à Culturgest hoje - que é a última atuação - e assistam. Vale imenso a pena!

Bilhetes: 20€ · Até aos 30 anos: 5€

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Em repeat


No outro dia ouvi, enquanto procurava um vídeo de uma concorrente do The Voice USA, dei de caras com estes dois. Ele, sobretudo, é incrível. Incrível!! E eu, que sou pessoa que se emociona com música,  arrepio-me de cada vez que os oiço.

E portanto, esta tem estado em 'repeat' nos dias em que não sei bem o que sentir ou o que ouvir. E não me cansa - ainda que eu não seja fã da Rihanna.

[e ao mesmo tempo percebemos quão medíocres são os concorrentes deste tipo de programas em Portugal]

Ai!

Vai começar tudo outra vez. E o que eu gosto disto.Que a mudança de ciclos é sempre tão boa!

2013 vai ser um grande ano! :D

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dresses [help]

No próximo ano, para além do meu [para o qual já tenho roupa, obrigada], tenho mais dois casamentos e um baptizado. Portanto, estou desesperadamente a precisar de comprar vestidos, uma vez que toda a minha colecção já foi reutilizada e está na hora de a remodelar.

Sugestões agradecem-se. Grata!

--

Next year, and besides my own wedding, I have another two to go. And one baptism. So, I am desperatily looking for some new dresses.

and I need some suggestions. Thanks a lot!!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Da ingenuidade das paixões

Gosto da ingenuidade de que as paixões, por norma, dotam as pessoas. A sério que sim. Não evito um sorriso compreensivo quando vejo e leio histórias de casais que dizem que 'a distância não muda nada', que todos os dias, 'a toda hora, é ele/ela que me está no pensamento'. Que ouvem as pessoas dizer que é difícil [I wonder why], mas que 'não, é tudo como dantes'.

Acho amoroso este não querer admitir que tudo isto é tão pouco linear. Acho amoroso e até entendo. Mas gostava muito de às vezes lhes poder dar um abanão, porque o choque com a verdadeira realidade é tramado.

Quando estamos longe pensamos 'a toda a hora' na outra pessoa, a maior parte das vezes não porque isso seja um grande sinal de amor, mas sim porque estamos fora da nossa zona de conforto, e o nosso cérebro, automaticamente, nos puxa para as nossas boas memórias. Quando estamos longe, temos o coração em tudo o que deixámos e não no que ainda está por vir. E isso às vezes confunde. E baralha. O que é normal. E o choque, de verdade, não acontece enquanto as pessoas estão separadas. Acontece quando elas voltam a juntar-se. Depois de terem crescido, de terem tido outras vidas, um sem outro. Acontece quando de repente voltam a juntar dois mundos que raramente voltam a ser compatíveis. Porque cresceram separados num período de tempo que tentaremos, até à exaustão, desdramatizar e esquecer.

Não conheço uma [e falo de mim inclusivamente] relação que depois de muito tempo com as pessoas separadas tenha sobrevivido. Lamento informar. E obviamente toda a gente deve tentar, e lutar e fazer tudo o que puder por esse amor que acha que é o seu. Mas ainda estou à espera que alguém me prove que isso pode resultar. E creio que todo um mundo está. Porque há centenas de anos que as pessoas tentam e falham.

Não, eu não sou uma céptica em relação ao amor. Eu amo imensamente. E sei-me amada. E sei que o Amor existe. Mas sou uma céptica em relação a quem não quer ver a realidade. E a quem não gosta de enfrentar os fatos. Em relação a quem não consegue 'deixar ir'.

Mas continuarei a sorrir de cada vez que vir alguém acreditar. Até porque afinal é a esperança que nos mantém vivos. :)



Wedding Dresses #3

E depois há quem goste de se casar de camisa de noite. Assim na onda de já estar preparada para a noite de núpcias...


Pronovias 2013

Seriously, Alicia?!

SPOILER ALERT




Do you need some help?
In fact, I do.
What are you doing?
Undressing me!
[...]
Is this about your mother?
Yes...


Ok!, Alicia, you know I love you. I really do. But put your self together and focus!!! YOU ARE GOING THE WRONG WAAAAAAYYY.

And I love Will...And you love him to...don't do this. Just, don't...

[ou como depois de  dois episódio médio baixos os autores conseguiram com que eu voltasse a ficar ansiosa com o desenrolar dos acontecimentos. nunca mais é segunda-feira?!]

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Housewife

20h00 - Entrar em casa

Preparar um tacho e colocar o jantar ao lume enquanto se fala ao telefone.
Lavar loiça.
Preparar comida de dieta para o gato.
Aperceber-me de que não tenho um ingrediente.
Sair.
Olá, boa noite, como está?
Bem, obrigada. Desculpe, tenho que ir que tenho o jantar ao lume.
Preparar tarte.
Frango guisado com massa pronto.
Tarte no forno.
Novo tacho. Nova comida.
Preparar tabuleiro de forno.
Strogonoff pronto.
Tarte cozida.
Trocar pela carne com batatas e bechamel (eu sei, a comida é toda pouco calórica cá em casa ;)
Picar a salsa. Colocar no saco.
Picar os coentros. Colocar no saco.
Pôr tudo no congelador.
Lavar a loiça.
Lavar a mesa.
Preparar tabuleiro com o jantar.
Comida de forno pronta.

22h00 - Sentar no sofá a ver séries e jantar.

Sim. As mulheres que trabalham também podem ser boas donas de casa. [e eu não conto entrar na cozinha nem mais um dia depois de ver três caixas de comida pronta em cima da mesa e ainda uma tarte de maçã. baaa]



 

Está tudo bem!


Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!Está tudo bem!

[se repetirmos muitas vezes resulta, não é?]

Shit!

Como se não nos faltasse mais nada, o Tomate adoeceu. E lá vem mais uma consulta no Veterinário! HELP!

Thank God it's Christmas

Natal 2012
Como manda a tradição montámos no primeiro Domingo do advento [hoje, portanto] a nossa [mini] árvore de Natal. Que ficou ao lado do nosso [mini] menino Jesus.

Santa Claus is coming to town...

sábado, 1 de dezembro de 2012

Hello, December!!

1.de.Dezembro

Saudei Dezembro com muitos [demasiados] quilómetros feitos em muito poucas horas, mas com os sorrisos de quem reviu tanta gente especial. Depois, na única hora que tive livre, tratei de mimar as minhas mãos que bem precisavam de alguma atenção. a cereja no topo do bolo podia ter sido o fantástico 'torresmo de Alcobaça' - um verdadeiro pecado conventual, vos garanto - mas não. Foi, depois de um texto escrito a más horas em noite de suposto descanso, jantar com o pequeno no sossego do nosso lar.

Olá Dezembro!!
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