segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Time to say goodbye

Amanhã vou arranjar as mãos. E vou ao cabeleireiro. Vou usar a minha melhor make up e os meus melhores sapatos. E um vestido amazing- vá, mais ou menos.

Não sei ainda o que vou fazer: se vou ficar em casa, se vamos para casa de amigos ou se vamos para uma festa. I have no clue que o rapaz é que está a tratar disso! Mas sei que  que quero e vou despedir-me de 2013 da melhor forma. E vou entrar em 2014 como quero estar no resto do ano: com a minha auto-estima mais do que em cima! Amanhã mereço mimar-me. Mesmo que seja para ficar sentada no sofá! 

you are NEVER overdressed up. Never!

Adeus 2013, seu ano fantástico!

O ano começou em Janeiro mas na verdade só começou em Abril. Que tudo estava concentrado naquele grande dia que foi o do nosso casamento. Portanto o início do ano vou marcado por isso mesmo: casamento, casamento, casamento...e Lua de Mel! Pelas minhas mega madrinhas e amigas e por todas as boas surpresas que preparararam. E claro, pelo meu caríssimo esposo :)





A primeira foto de casada

Maio foi um mês imenso, sobretudo porque passámos as duas primeiras semanas a viajar!Fizemos uma das viagens da nossa vida, o que foi simplesmente maravilhoso. Durante duas semanas éramos só nós, com os nossos planos e um país imenso para descobrir. Quem nos dera poder fazer uma destas por ano :) - sim, temos 1500 fotos, mas achei por bem colocar uma das favoritas, apenas.


Santa Barbara pier, CA, USA

A Lénia e o criativo!



Em Maio aproveitei ainda para dar um abraço do tamanho do mundo ao Hugo, ainda ele não era o melhor copy do mundo. Mas já era o melhor amigo de sempre!
 Depois veio Junho e uma decisão do caraças para tomar. Arrumar a caixinha e mudar de vida. Por mim. Por nós.


Despedi-me com bolo de chocolate e uma lágrima no canto do olho. Que ainda hoje tenho saudades daquela gente! Depois fui aperaltar-me e celebrar a decisão no mega casamento da M. e do R., logo no dia seguinte. Casaram dois meses depois de nós e sentimo-nos super crescidos a testemunhar o dia deles as husband and wife :)


a noiva <3



Julho e Agosto foram um verdadeiro tormento, sem férias e a trabalhar debaixo de um calor abrasador que decidiu não deixar de se fazer sentir. Aproveitámos os finais de semana como se não houvesse amanhã, passei a mimar o meu cabelo decentemente - conheci o Nuno!! - e pronto. Fiquei com as sardas do costume e fui afastando o cansaço nestas férias fingidas.




 Celebrámos o aniversário das duas manas e passeámos, passeámos, passeámos. Portugal é mega e tem imensas coisas para conhecer. Em Setembro mantivemos os périplos pelo país e pusemos o nosso sobrinho na escola..caraças! Ainda no outro dia o vi nascer :) Fizemos uma super sessão com a Rita - que conhecemos graças à Sofia - e celebrámos o casamento de mais uns amigos. E a gravidez de uma amiga! :)

by Still Photography





Foi também o mês do mega evento de trabalho que deu cabo de mim num instantinho e me deixou de ressaca durante três semanas :) De ressaca e com um entorse, que as coisas de saúde também não nos largaram este ano. Mas não faz mal! Que o que não nos mata torna-nos mais fortes :)



Veio Outubro logo a seguir: o regresso do pai, mais uns passeios e uns jantares de família! :) E a estreia da A. no Sushi...um sucesso!! :)





Novembro e Dezembro não desiludiram: houve novos problemas de saúde, houve um saltinho ali a Itália e houve o regresso da SuriBel. E claro, houve o Natal! Que é sempre uma ótima altura para dar graças pelo mega ano que tivemos. E tivemos, claro, mais um casamento de uns mega amigos.






E eu dei graças. Mesmo tendo agradecido também o rolo da massa que a minha querida mãe decidiu oferecer-me, eu agradeci tudo o que aconteceu este ano. De bom e de mal. Que estes doze meses foram fundamentais para cimentar quem eu eu sou. Por isso, obrigada 2013. Despeço-me de ti sem mágoa e com uma alegria imensa e profunda no meu coração.

Despeço-me de ti com a certeza de que me fizeste pronta para um 2014 fantástico!

Até já! :)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Agora a vozes!

É raro eu publicar aqui o que todas as semanas publico, em áudio, noutro lado. Mas agora que o ano acaba, e que todos andamos a fazer balanços de vida, importa também fazer balanços muito sério sobre tudo o que se foi passando no mundo.

Pelas vozes da equipa do De Aquém e Além mar, recordem o ano de 2013. Em sotaques de Portugal e do Brasil.

:)


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Happy days.

O nosso Natal foi mega. Foi um Natal como os natais de sempre mas com ainda mais pessoas presentes. A nova família juntou-se à família de sempre e todos juntos tivemos um super Natal. Abençoado. Cheio de gargalhadas, de doces, de comida e sobretudo, de nós. Cheio uns dos outros, que é coisa que faz falta nos tempos que correm.
Christmas Eve
we.are.family.
E agora, porque o Natal ainda não acabou, mas acabou mesmo de começar, vamos mantendo o espírito natalício cá por casa. E isso implica trautear canções de Natal, curar esta gripe malvada e sorrir a pensar no que vamos continuar a comer este final de semana.

E o vosso Natal? Que tal?

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

STOP it

Eu escrevo isto todos os anos mas ninguém me dá ouvidos: pequenas microalgas!, o Natal NÃO acabou. Na verdade!, acabou de começar. Portanto deixem-se de tonterias, will you?

Que o Natal ainda tem imenso para dar. Ou seja!, há imenso amor para dar uns aos outros!!

And the after party...

Gripes diversas
Gripe, agenda 2014 e trabalho a partir de casa.

It could be worse. It could be better as well.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Réveillon

Cá está. O meu momento mais temido de sempre..aquele em que os planos iniciais caem por terra e a uma semana do final do ano eu não sei o que vou fazer nessa noite.

HEEELP!1!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Frente&Verso: No nosso Natal

O Natal da Lénia!


O meu Natal é alentejano desde sempre. No Alentejo há uma espécie de tradição matriarcal: o Natal é passado com o lado feminino da família. É por isso que sempre passei o Natal com o lado materno da minha família. A minha mãe tem duas irmãs e um irmão – as irmãs passam sempre o Natal juntas, o irmão passa sempre com a família da mulher. É mesmo assim, sempre foi assim e vai continuar a ser.
Enquanto o meu avô materno foi vivo, o Natal foi sempre na casa dos meus avós – uma casa antiga, onde estávamos todos à lareira até ser madrugada, onde comíamos bem, conversávamos muito e pregávamos partidas aos mais incautos.

Quando o meu avô faleceu e a minha avó foi viver com a minha tia mais velha, mudámos o acampamento de sítio e passámos a fazer o Natal em casa desta tia. Mantivémos as tradições, mantivémos a lareira, mantivémos tudo como sempre foi, mas agora numa casa diferente. Entretanto, a minha avó também morreu e o papel de matriarca da família passou para a minha tia. Mas as tradições mantêm-se. E evoluem: se antes eram as mulheres a amassar as filhós, agora essa tarefa cabe ao meu marido e ao meu primo mais velho.

De resto, a coisa anda sempre à volta do mesmo: da comida. Há couves e bacalhau, doces que dariam para alimentar um país pequenino, muitos chocolates e frutos secos – e assim se explica o facto de eu chegar sempre a Janeiro insuflada!

No dia 24, a partir do momento em que nos sentamos à mesa, só nos levantamos para ir para a cama ou, no meu caso, para me enfiar praticamente dentro da lareira. Jantamos, levantamos a mesa do jantar e pomos a mesa da ceia. E enquanto ceamos jogamos UNO até começarmos a adormecer em cima das cartas... (houve anos em que conseguimos pôr a minha avó, já com mais de 80 anos, a jogar também, imaginem!!).
No dia 25, rumamos à terra do meu marido para o almoço de Natal, que é quando se juntam os irmãos todos, e ficamos por lá o resto da semana, a dar conta do que sobrou da mesa de Natal.

O meu Natal é quentinho, muito doce, cheio de mimo e tem aquele fio condutor maravilhoso que se chama família. Os únicos anos em que não passei o Natal no Alentejo foram anos diferentes: num o meu avô paterno estava muito doente e ficámos por cá, com ele. No outro, a minha filha tinha acabado de nascer e não fomos para o frio alentejano. E no outro, eu tinha uma barriga maior do que a de uns cinco Pais Natais juntos e apetecia-me tudo menos mexer uma palha que fosse (e a criança podia nascer a qualquer momento mas, vá-se lá perceber, ainda demorou quase um mês para vir ver a luz do dia).

Se há coisa de que não abdico é de estar em família, e adoro o facto de, apesar de a família crescer, as tradições de manterem e continuarem a fazer de nós a família que somos hoje.

A vocês, desse lado, Feliz Natal!!

[a minha versão da história está, como sempre, aqui]

Back to basics

Na última semana, vá-se lá saber porquê, parece que voltei à adolescência. Uma alergia absolutamente absurda decidiu tomar conta da minha cara, e portanto aquela sensação de face da lua cheia de crateras tem estado a irritar-me solenemente.



Depois de experimentar mezinhas e cremes vários, eis que a solução parece ser muito mais básica do que o que eu pensava - thanks, little I.!! Água termal all over, de manhã e à noite. Somente isto. E chamem-me crédula, mas só comecei ontem e hoje já me sinto muito melhor, com a alergia muito menos vistosa e tudo a começar a secar.

Realmente, nada como um basicozinho! :)


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Riscar da lista

Uma das coisas que me faz comichão - mesmo a sério - é a falta de esforço das pessoas. Nos últimos anos, por exemplo, tenho vindo a aperceber-me de uma coisa interessante [que só deu para perceber agora, uma vez que tem a ver com casamentos e ninguém meu amigo se casava há 15 anos]: as ausências!

O nosso DJ...que fezz um entorse três dias antes!

As ausências, num casamento, têm muito que se lhe diga. Eu não entendo muito bem as pessoas que não vão a um casamento por que "não lhes apetece" ou porque "não podem dar um presente aos noivos". Porque, sinceramente, isso interessa tão pouco! E só quem não entende que o que os noivos mais querem é a presença de cada convidado é que pode dar desculpas destas.

[que há razões, obviamente, altamente válidas para se faltar a um casamento. Mas já lá vamos!]

Nos últimos casamentos - e mesmo no nosso - tem acontecido. Pessoas que não vão porque estão a trabalhar. Porque "já tinham coisas combinadas" (oi?). Porque morreu o gato. Porque não acordaram (oiiii?)...uma panóplia de desculpas mais ou menos esfarrapadas que me transcendem e me fazem ficar com urticária.

O casamento de alguém que nos é querido é razão suficiente para movermos montanhas por esse dia. Nós temos noção, por exemplo, de que obrigámos os nossos convidados a um esforço adicional quando decidimos casar a uma sexta-feira à tarde. Os amigos médicos e enfermeiros tiveram que trocar turnos; os amigos jornalistas tiveram que usar folgas; os amigos bancários, gestores ou whatever tiveram que usar um dia de férias; os amigos professores estiveram a trabalhar o dia todo e saíram a correr para a Igreja.

Tivemos também os amigos - e os pais! - emigrantes que alteraram as vidas para virem cá. E tivemos quem nos dissesse que não ia "porque não podia". Assim. Sem mais nem menos.

Claro que tivemos ausências. Mas justificadas a sério: houve quem fosse mandado para outro continente na antevéspera; houve quem não conseguisse alterar a rotação das viagens para estar cá, houve quem tivesse viagem marcada para uma semana depois e não tivesse possibilidades para pagar a diferença da alteração; houve quem não tivesse visto para vir...mas estas razões não são 'não-razões'.

Porque quem quer fazer-se presente, faz! Um dos  melhores presentes de casamento - o único que me fez chorar direto - veio do outro lado do Atlântico. E esteve comigo o dia todo, como ela estaria se tivesse estado e tivesse podido ser minha madrinha - que é! Houve telefonemas, mensagens, vídeos...houve tanta coisa vinda de quem queria estar connosco e não pôde por razões realmente válidas.

É que quando queremos, tudo conseguimos. E digo-vos, com a maior das sinceridades: as [felizmente] poucas pessoas que nos responderam que não iam "porque não vai dar" saíram para sempre da minha lista de interesses. Quando nem se dão ao trabalho de inventar uma desculpa que me pareça válida para não estarem no dia mais importante da minha vida...bom. Não merecem, realmente, o meu interesse.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PLEASEEEE! (act!)

[Assunto resolvido. O meu marido é muito lesto! Obrigadinha a todos os que tentaram ajudar, mas já está a caminho <3]

Se alguém o encontrar, por favor, por favor, POR FAVOR, faça-mo chegar. Ou grite para eu ir a correr comprar! POR FAVOOOOOOOOOOOR!!!

Imagem retirada do Facebook da marca


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Christmas Wishlist

Nunca fui de  fazer muitas listas de presentes de Natal - na verdade, lista de presentes de coisa alguma. Nem de casamento. Percebo a teoria de que "assim se evita que as pessoas dêem coisas de que não gostamos", mas também me é agradável pensar que as pessoas se vão esforçar por nos oferecer uma coisa gira. No limite, tudo se troca.


Amsterdam, 12.2012

E a verdade é que ainda não me arrependi desta decisão. Creio que trocámos apenas um presente de casamento - e recebemos vários bem giros em que provavelmente nunca iríamos pensar. Nos Natais e aniversários a mesma coisa..gosto da surpresa. Gosto de saber o que cada pessoa escolheria para mim. Gosto de receber coisas com as quais claramente não estava a contar.

Este ano há um presente maravilhoso que me chegou antes do Natal que bastava, por si. Não pelo presente, mas aí sim, claramente, pelo gesto absurdamente maravilhoso que representa. A minha irmã perguntou-me o que queria de Natal. "Aaaa...sei lá eu". De facto, não sei. Não estou a fazer-me esquisita. A verdade - fantástica e de dar Graças todos os dias - é que não preciso de coisa alguma. De precisar, mesmo a sério.

Portanto, tudo o que receber será bem-vindo, porque vem apenas aumentar a mega alegria de ter pessoas que gastaram algum tempo a escolher uma lembrança para nós.

E isso, sim, faz o Natal.

[E sei que este texto pode parecer estranho. Mas a verdade é esta. Sou muito mais consumista, eu própria, do que de ficar à espera de presentes :)]

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

John.

A tua serenidade. Já escrevi, vou repetir, e dizer-to quantas vezes fizerem sentido. A tua serenidade é, creio, uma das coisas de que mais gosto em ti. O teu silêncio, que às vezes me assusta, às vezes é um verdadeiro bálsamo para a minha sempre barulhenta e agitada alma.

Milan 2013


Ontem, enquanto inclinavas a cabeça e rezavas, observava-te e pensava que não podia amar-te mais. Tenho-o pensado repetidamente. Hoje voltou a acontecer. Mesmo quando partilho algo que não esperas à hora menos própria e da forma menos recomendada [as usual :D] tu consegues surpreender-me com as palavras, com o sorriso que te adivinho, com o abraço que sei que me darias não fosse não estarmos à distância de um.

É precisamente por seres tu a pessoa com quem quero envelhecer, partilhar o bom e o mau, que tudo se torna tão fácil: de verbalizar, de partilhar, de viver.

Combinámos, quando casámos, que nunca nos esqueceríamos de dizer, todos os dias, que nos amávamos. Às vezes não dizemos - apesar de eu acreditar que ambos sabemos. Às vezes dizemos mais do que uma vez. Hoje apetece-me dizer-te o dia todo. Como não posso ligar-te constantemente, escrevo. Porque assim podes ler sempre que quiseres.

*

domingo, 15 de dezembro de 2013

Natal #4

 Este ano não há, praticamente, jantares de Natal - thank God!. Os poucos presentes já estão prontos a ser entregues. Na mesa da sala estreia-se a nossa primeira toalha de Natal, estreamos o nosso primeiro presépio e vivemos, no fundo, o primeiro Advento juntos.

Eu adoro o Natal - não sei se já tinham dado conta ;) - e portanto ando aqui tipo criança! Este final de semana houve jantar de Natal cá em casa, brindou-se transatlanticamente, embrulharam-se os presentes que nos pediram para comprar, recebeu-se a visita da sobrinha mais fofa e espera-se, agora, que passe a última semana até à mega noite!!

Este Natal é tão mas tão especial - por tantas coisas - que quase temos medo que se melhorar, estrague! :)

finais de semana diversos*




sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Frente e Verso: These shoes were made for walking




Frente | Lénia

Sapatos: objectos que se usam nos pés, para proteger das condições climatéricas e para evitar andar com os pés em carne viva.

Não sou apaixonada por sapatos. Não fui educada assim, e, talvez inconscientemente, continuo a praticar o que me ensinou a minha mãe. Tenho pouco calçado e não faço muita questão de ter mais.
A regra é: cada coisa, em preto e castanho. Portanto, tenho umas botas pretas, de salto alto e umas castanhas rasas. Tenho uns botins cinzentos e uns castanhos. Sandálias e sabrinas, tenho mais porque compro na Primark, e não gasto mais de 10 euros em cada par. Sapatos de salto alto são o que tenho mais – porque compro quando preciso de qualquer coisa para um evento qualquer, tipo casamentos e baptizados. Mas não me perco por sapatos, não tenho coisas que comprei sem precisar, só porque passei na loja e gostei do que vi. Já tive, já fiz isso, mas hoje em dia não faço.
Mesmo para os miúdos, a regra é a mesma: um ou dois pares de cada tipo de calçado e chega bem.

Não tenho nada contra quem tem mais sapatos do que dias no ano para os usar. Em podendo, não vejo por que não. Mas eu perco-me por outro tipo de coisas (e haverá uma semana em que vamos escrever sobre isso, parece-me!), não por sapatos – nem por malas, nem por acessórios. Até no que toca a roupa, já fui bem mais consumista do que sou hoje.

Depois, tenho o bloqueio do preço. Tudo o que custe mais de 10 euros é caro. Então mas não compras nada por mais de 10 euros? Compro, se tiver mesmo que ser: se precisar de uns sapatos e não encontrar nada que me agrade por menos do que isso, que remédio. Mas tenho uma barreira psicológica que termina nos 40 euros. Por exemplo, uma vez comprei uns sapatos pretos, na Aldo, por 40 euros. No dia seguinte fui devolvê-los: não consegui lidar com a compra. O calçado mais caro que tenho são umas botas que já estão a fazer o terceiro inverno e que uso quase todos os dias – ou seja, custaram 70 euros, mas estão mais que pagas, dado o uso que já tiveram. Há dias estragou-se um dos fechos. Troquei os fechos, pus capas novas, paguei 22 euros e, mesmo assim, acho que compensa, em oposição a ir comprar umas botas novas.

Claro que não vivo num buraco e sei que um bom par de sapatos ajuda a compor a imagem. Há alturas em que me visto em função dos sapatos que escolho e, nesses dias, aquele é um item importante. Só que isto acontece aí umas três vezes por ano, portanto acho que não minto se disser que não é um caso de paixão.

Agora imaginem: sai-me o Euromilhões. Continuo a comprar sapatos na Primark? Provavelmente não. Mas não hei-de precisar de mudar de casa só para ter uma assoalhada para sapatos...

[a minha opinião sobre o assunto, como sempre, está no blog da Lénia]

o melhor do meu dia | Best Friend

Lanche!!
Chegar a casa da amiga-quase-irmã, para um lanche par ao qual me convidei, e receber esta caneca para beber a minha meia de leite. <3

Os amigos são o melhor da vida, digam lá o que disserem ;)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Natal #3

As pessoas estão com pouco espírito natalicio. E isso aborrece-me. Reparem: falta pouco mais de uma semana par ao Natal! Era altura de toda a gente andar feliz, a desejar Boas Festas, com o coração cheio de amor e de alegria. Era altura de toda a gente cantar músicas de Natal, ter um sorriso de caras. Afinal..."It's the most beautiful time of the year!"

E não é pelos presentes que se podem ou não dar. A verdade é que isso é, efectivamente, pouco importante. Portanto, façam o favor de se animar, de colocar um barrete de Pai Natal, se for preciso, de sorrirem e de se lembrarem que a mensagem de Natal é, acimna de tudo, uma mensagem de alegria e de amor. O resto é tristeza que dispensamos!!

Shake it up, your happiness!! It's christmas time!!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

verniz(es), verniz(es)!!





À semelhança do que acontece com sapatos – quinta-feira falamos sobre isso, eu e a Lénia – também começa a haver uma regra sobre vernizes (esmaltes) lá em casa.

O João já me pergunta, várias vezes, se são precisos mais, e a verdade é que se olharmos para as minhas duas prateleiras, a resposta é não. Mas a verdade é que as cores novas me deixam vidrada. De olhos a brilhar. E por mais que eu me esforce para não colocar mais frasquinhos lá em casa, a verdade é que tenho uns amigos absolutamente fantásticos e portanto, às vezes, como que por magia, estas prateleiras quase transbordam…

Esta semana voltei a receber um sms a dizer que havia mais um frasquinho de verniz guardado para mim. Um daqueles que eu adoro, com uma cor absolutamente maravilhosa...vou dizer que não?


Moral da história: hoje é noite de arranjar as mãos para dar uso a estes esmaltes todos, sob pena de ser expulsa de casa J

PS: Estou a brincar. O meu marido é a pessoa que mais gosta de ver umas unhas arranjadas do mundo. É o primeiro a escolher uma cor para eu usar e a pedir que arranje as mãos se começam a perder o brilho. Aliás, parte da culpa disto também é dele ;)
 

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