domingo, 31 de março de 2013

Feliz e Santa Páscoa!



Páscoa 2013


A minha Páscoa teve [o meu] aniversário logo no primeiro dia do Tríduo Pascal. Nesse dia houve histórias contadas aos pequenotes, depois de um jantar preparado a seis mãos, num dos raros momentos em que as três irmãs se juntaram na cozinha.  E na primeira vez que isso aconteceu na minha cozinha - lovely! E houve bolo de aniversário feito pela mana e pelo sobrinhos mais velhos, "sem flores comestíveis, tia. Mas pus frutos vermelhos!!".

Depois houve festa da boa, com os amigos de sempre, que nos fazem sentir em casa e nos fazem tão felizes. No dia seguinte houve celebração, houve preparação de coisas para o grande dia, houve via-sacra, e houve momentos a dois daqueles que nos fazem tanta falta e para os quais temos tão pouco tempo...

No Sábado foi dia de Sol, de roupa a secar, de bunch com os amigos, de disparates, de mais coisas para o grande dia, de Vigília, de festa. E hoje...hoje foi o dia em que as saudades dos pais mais bateram. Mas hoje também houve colo. E houve novo bolo de aniversário - um dia alguém vai considerar o Angel Cake da minha madrinha o doce mais mortífero de sempre. E ovos e bola, e cabrito, e amêndoas, e conversa e gargalhadas.

E agora há descanso. E serenidade. E um sorriso nos lábios porque a nossa vida é maravilhosa e nós sabemos, thank God, agradecer por isso todos os dias!

PS: E também houve presentes bons. Daqueles de quem tão bem nos conhece. <3

quarta-feira, 27 de março de 2013

Existe Amor no mundo. A sério.


Imagem retirada da Internet
Eu percebo que haja pessoas desiludidas com o amor. Sempre houve, sempre haverá. O problema das coisas boas da vida é precisamente esse: há sempre o reverso da medalha, em algum momento. Mas isso faz-nos aprender, crescer e ser mais fortes ao longo da vida.

Agora o  que não entendo é que as pessoas que estão desiludidas com o amor espalhem essa descrença. Viste aquilo que não sei quem escreveu? Viste como estão felizes?, diz alguém. Eu já não acredito no amor. Aquilo um dia passa..., respondem com azedume.

Ora, ninguém lhes está a pedir que amem. Ninguém está a dizer que têm que amar naquele momento. Mas estão a relembrá-las de que o Amor existe. De que é possível. De que não tem que se viver amargurado, triste, a espalhar azedume simplesmente porque a experiência que têm não foi a melhor - terá sido amor? E o descrédito e raiva que vejo as pessoas a votar a quem acredita que o Amor não só existe como se manifesta todos os dias das mais diferentes formas revolta-me absurdamente. Não acredito no Amor é uma frase tão dramática, tão segura de si, que retira qualquer abertura para uma nova tentativa.

E isso, essas alegadas certezas todas, ao contrário do que possam pensar os eternos descrentes, são bastante mais dramáticas e impeditivas de encontrar alguém que amem e que realmente os ame do que o facto de supostamente não acreditarem que o Amor existe. Porque existe. Quer creiam nele ou não. Existe nas pessoas que fazem o vosso dia feliz. Existe nos vossos pais, nas vossas mães, nos vossos amigos. Se não existe no vosso coração, não o fechem ainda. Porque não há pior que uma vida sem Amor. Mesmo que ele se materialize somente na crença de que existe.

Até porque se não acreditam nele, arriscam-se a deixá-lo passar em frente dos vossos olhos sem o reconhecer...




terça-feira, 26 de março de 2013

Let the countdown begin

E agora é oficial...entrámos na verdadeira contagem decrescente para o grande dia. Quem nunca ficou nervoso com este momento, que atire a primeira pedra :)



Mas entretanto vamos aos fatos reais: não temos tempo para ficar nervosos. Há imenso trabalho para fazer, imensas coisas a acontecer e nervos não são coisas que tenham muito espaço nas nossas vidas. Mas que há borboletas na barriga de vez em quando, lá isso há. E agora falta tão pouco... <3

segunda-feira, 25 de março de 2013

Dietas*

 *texto não recomendável a quem anda a lutar contra o enfardanço :)

Enquanto toda a gente prepara as suas dietas, à espera de um Verão tardio, de forma a que se tenha tempo de resolver os quilinhos a mais, aqui a pequena lontra está numa daquelas fases maravilhosas: os jantares têm sido procedidos de almoços cheios de sobremesas e enquanto se olha para os fatos de banho na nova colecção e se provam vestidos de noiva, tem-se a certeza de uma coisa. É que eu não sou pessoa de dietas. E quanto mais me falam nelas, mais eu como. Portanto, é possível que as noivas emagreçam antes do grande dia, mas eu confesso que se continuar neste ritmo...

Ora vejamos: no Sábado foram dois pequenos-almoços, um almoço rápido, uma tarde de bolachas e bolo de chocolate e um jantar de frango assado carregado de batatas fritas. No Domingo, mais um pequeno almoço ao estilo final de semana, um cozido à portuguesa com reforço de enchidos e arroz, abacaxi e doce de serradura. Ao jantar? Pãozinho com queijo da serra, leite e por aí foi.

E quando achamos que isto vai atinar, eis que chega a segunda-feira e o almoço de trabalho foi um dos melhores que já comi na minha vida. Aqui. Com entrada, dois pratos e sobremesa. [mas isso ficará para outro texto]. E como entretanto, esta semana, há duas festas de aniversário e ainda o almoço de Domingo de Páscoa em casa da melhor cozinheira do mundo depois da minha mãe...well, teme-se o pior!

Moral da história: esta aqui está a uma distância pequenita de se transformar numa pequena baleia assassina. Sentimentos de culpa? Pfff...zero! :)


domingo, 24 de março de 2013

Do luto.

Há uma coisa que sempre me incomodou, e que a minha pequenita cabeça teima em não entender. Ontem deparei-me, novamente, com a situação, e preciso que me ajudem a perceber se o problema é meu.

Quando nos morre alguém querido, é óbvio que temos que fazer o luto. Ele não é igual para todos, e muitas pessoas passam dias sem conseguir mostrar qualquer emoção. Outras largam em prantos. Umas gritam. Outra não fazem coisa alguma. Cada pessoa tem o seu tempo, o seu modo. E ele deve ser respeitado, porque é o tempo mais importante de todos: o luto é o tempo de que precisamos para assimilar os acontecimentos menos bons que passam por nós. É o tempo de que precisamos para os apreender e para os aceitar. Um luto não vivido ou mal vivido é meio caminho andado para problemas mais à frente.

Eu sempre tentei respeitar o luto de cada um, sabendo que obviamente não é um tempo fácil. Mas - e obviamente consoante a pessoa de quem estivermos a falar - dificilmente me verão a fazer mais do que chegar, dar um abraço e um beijinho, dizer que lamento e afastar-me. Fico por perto se a pessoa o pedir. 

No entanto, há um hábito que me incomoda muito - e mais nunca aconteceu comigo, que graças a Deus ainda não perdi pessoas muito próximas. Imaginem um cenário em que os familiares da pessoa que faleceu até estão calmos e serenos. Pois haverá sempre pelo menos uma pessoa que vai chegar, em pranto, vai dar beijos repenicados, gritar um "aaaaaai, o que vocês devem estar a sofrer", e acabar por obrigar as pessoas a chorar. Se não reagem, continuam. "Podes chorar, meu querido. Ele era tão boa pessoa. Ai, o que vai ser de ti. Ai ai. Ai ai".

Isto voltou a acontecer ontem. À minha frente. E eu estive quase para ir pegar na senhora por um braço e perguntar-lhe qual a necessidade de fazer uma familia, que até ela chegar estava calma e serena a viver o seu luto, incomodada com tanto choro e ranger de dentes.

Juro, juro que não entendo. E na Páscoa, altura em que fico inevitavelmente mais sensível, claramente percebo menos.

Lord!


sexta-feira, 22 de março de 2013

Do casório #21

Hoje vai ser dia de tratar de mais um monte de coisas e confirmar outras tantas. Ligar para pessoas. Confirmar que vão - ou não. Ver flores. Pensar em missaletes, organizar, planear, fazer listas. No meio de todo o trabalho que tenho para fazer..

Vai correr lindamente!!!:)

[está quase, quase!]

quinta-feira, 21 de março de 2013

Frente & Verso







Os projetos novos são maravilhosos precisamente porque nos dão oportunidade de fazer coisas diferentes. A Papel, de que já falei mil vezes, continua a crescer com a qualidade e a força que se espera de pessoas que têm vigor, força, ideias e coragem para as fazer andar para a frente.

Esta semana inaugurámos na Papel uma rubrica nova. Chama-se Frente & Verso, e é escrita a quatro mãos: pelas da Marianne e pelas minhas. Take a look! :)


quarta-feira, 20 de março de 2013

Birthday

Madrid, Março 2012

No ano passado, pela primeira vez na vida, meti férias na altura do meu aniversário, e rumámos a Madrid para uma semana a dois. Estava imenso calor, desligámos os telefones e os computadores e divertimo-nos imenso a mostrar - no meu caso - e a conhecer uma cidade que fica aqui tão perto.

Comemos bem, passeámos imenso, vimos exposições maravilhosas e descansámos. Foi genial. De tal forma genial que decidimos que todos os anos íamos reservar a semana de um dos aniversários - intercalando o meu e o dele - para ir passear a algum lado. Exceção feita este ano, uma vez que a lua-de-mel vai calhar precisamente a meio dos dois.

E a verdade é que estou aqui a rebolar-me de irritação porque ando cheiinha de vontade de fazer as malas e de partir por esse mundo fora. O meu corpo pede viagens regulares e eu estou há demasiado tempo sem entrar num avião. O que é uma maçada. E até tenho tantos lugares pensados para ir...juro!





terça-feira, 19 de março de 2013

Recompensas

Eu acredito em energias positivas. Acredito em recompensas. Acredito que as lágrimas acabam em sorrisos, e que o trabalho árduo um dia vai valer a pena. Há quem pense que a minha vida foi cheia de facilidades. É verdade que nunca tive verdadeiros problemas, mas não tive propriamente uma vida privilegiada: os meus pais fizeram sacrifícios imensos para todas nós podermos estudar, fazer Erasmus, conhecer mais do mundo do que eles próprios conheciam. Até há pouco tempo, lá em casa só se comprava roupa nova na Páscoa e no Natal e os únicos 'brinquedos' que podiam ser renovados fora das festividades eram os livros. Tudo o resto era supérfluo. O dinheiro era para comer, para os médicos e para pouco mais chegava.

Mas eu acredito em recompensas. E sempre lutei e trabalhei e encarei os obstáculos como formas de aprendizagem. E por isso acredito que 2013 vai ser um bom ano. Vai ser um ano de recompensas. De viragem. E acredito que todos os projetos que me têm aparecido, que se vão desenhando, todas as pessoas queridas que tenho conhecido são pequenas recompensas pelas noites mal dormidas, pelos dias de 12 horas de trabalho, pelos sacrifícios e pelas ausências em momentos importantes.

Acredito. E estou muito muito concentrada em fazer da felicidade a minha forma de estar na vida :)

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Growing up

Sabemos que estamos a ficar crescidos - crescida, no caso - quando deixamos de comprar calças de ganga e apostamos nas calças de tecido. Quando ja não olhamos para as t-shirts com ilustrações e escolhemos camisas. Quando as cores neutras se misturam com os blazers coloridos.

E quanto temos mais sapatos de salto do que rasos.

Fato.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Portugal, Portugal.


Imagem retirada da Internet

Eu não sou patriótica. Nunca fui. O pequeno, aliás, ralha comigo sempre que houve generalizações do género "claro, como os portugueses fazem sempre", ou "até admira, vindo de Portugal". Mas a verdade é que eu acho mesmo que somos um País em que as pessoas, na sua generalidade, não são bem formadas no que se refere ao trabalho e ao respeito para com os outros. Não somos felizes, queixamo-nos demasiado e estamos sempre pronto para lixar o colega do lado.

Não suporto ouvir coisas do género "não é para isto que me pagam" da boca de alguém a quem foi pedido que ficasse a trabalhar mais 30minutos. Não tolero que digam que um director de uma empresa ganha muito quando aufere 5.000 euros (isso não é muito. é o mínimo para quem tem as responsabilidades que ele tem). Entendo que os nossos salários são baixos - que são - e acho ridículo que numa empresa um director ganhe 5.000 e um funcionário ganhe 500. Mas isso é outra coisa.

Mas mais do que tudo, custa-me o cinismo português em relação aos bons produtos que fazemos.  Às coisas boas. Porque também as temos. Como é o caso de empresas e marcas de sucesso. Como a Fly London. A Renova. A Delta. A Salsa. Só para dar alguns exemplos.

E por isso hoje, depois de ver o novo vídeo que foi feito para atrair investidores estrangeiros para o País, apeteceu-me esbofetear cada uma das pessoas que respondeu com um "isto não é o País que eu conheço". Ou, "isto é mentira, o País não presta".

Porque somos nós que fazemos um País. E  Portugal tem milhares de coisas más. Mas não são essas que nos tirarão de onde estamos. Nem são essas que os investidores querem saber. Eles querem saber se nós valemos a pena. E Portugal vale a pena, se as pessoas não forem embirrantes e não acharem sempre que está tudo mal. Porque às vezes não está. Muitas vezes não está. Há imensas pessoas boas, com boas ideias, com genica, com sorrisos na cara que podem ser a cara de Portugal.

Há bom vinho, boa comida, bom clima, boas praias, qualidade de vida. Portanto deixem de ser crianças embirrantes e façam por Portugal aquilo que tanto exigem que ele faça por vós: ajudem a mostrar ao mundo o que ele tem de bom!

(o vídeo de que falo está na página do Facebook deste blogue ;)

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domingo, 17 de março de 2013

Disparate!

Não, nunca me vou libertar de ti. Porqu a vida não é assim, preto e branco. Preso e libertado. Mas percebo o teu aperto no coração. Entendo que te apreça que estou a voar para não mais voltar, desta vez. Mas nao é assim, nunca foi. Tu foste sempre um dos que mais prendeu por, precisamente, o não fazeres. Sempre me ensinaste a abrir as asas e a ir mais longe. Quando achei que precisava de aprender bem o francês fizeste das tripas coração para me mandar em Erasmus para a cidade que escolhi.

Quando, anos mais tarde, me encontrei triste com o que fazia - lembro-me perfeitamente de ti, sentado no teu canto do sofá, sem dramas - foste o primeiro a dizer que devia ir. Que vocês morreriam de saudades, mas que era óbvio que essa era a decisão a tomar.

Depois amparaste-me as quedas [literais], esperaste, viajaste também tu para outros continentes...eu voltei, tu voltaste, discutimos política, aborrecemos a mãe, rimo-nos, zangámo-nos, combinámos presentes às escondidas e almoçámos quando passavas por cá e tinhas tempo. E voltaste a ir. Porque é assim a vida: idas e vindas, despedidas e regressos, discussões e disparates.

E eu nunca me vou libertar de ti. Eu sou tua filha, e isso significa que não importa quantas voltas eu dê, nunca estaremos separados. Ninguém nos vai separar, porque o que nós temos é mais forte que o mundo. Deves achar que te vês livre de mim assim tão facilmente.. =)

sexta-feira, 15 de março de 2013

Do casório #21

Há dias como o de hoje. Em que no meu cérebro fervilham tantas mas tantas ideias que as não consigo arrumar de forma a escrever um texto coesoe e que faça sentido. Que seja interessante. Que me pareça pertinente. Tenho mil assuntos sobre os quais queria escrever. Mas hoje estou com uma confusão gigante neste pequeno cérebro. Portanto, fica o aviso [triste]:

a segunda prova do vestido foi adiada. A minha costureira está com gripe. Ora raios.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

É isto..

Imagem retirada da Internet

 Sempre tive medo daqueles pais que decidem pelos filhos qual a profissão que eles vão ter quando crescerem. Ah, ele vai ser médico. Ah, uh, o meu vai ser advogado. Não, o meu vai seguir engenharia. - por norma estas escolhas já têm implícitas também uma faculdade previamente definida e a média final com que os pobres vão terminar o curso.

Os meus pais tinham as suas preferências, como é óbvio. Mas diziam-nos sempre para nós fazermos aquilo que nos fizesse feliz. Quando acordares e não te apetecer ir trabalhar todos os dias, não te importa quanto dinheiro tens na conta. Agora, experimenta ter menos dinheiro e fazer algo de que gostas...

E a verdade é que eu tenho andado aqui a remoer e a pensar no que hei-de fazer da minha vida. Porque praticamente todas as profissões no mundo dão mais dinheiro do que ser jornalista. A sério. Não é nada difícil, sobretudo em Portugal. Os jornalistas não são respeitados e ganham mal para além de trabalharem horrores. Mas, fazer o quê? It comes with the job.

O problema é que, efectivamente, o dinheiro não é tudo na vida. E o jornalismo dá coisas que são tão intangíveis que metade das pessoas não as percebe quando eu tento explicar. Como por exemplo, as pessoas. Ser jornalista é poder conhecer as pessoas, saber as suas histórias, pensar sobre elas e contá-las a um mundo sedento de conhecimento. É receber inspiração a cada projeto conhecido. É ser melhor porque é estar num processo constante de conhecimento. Ser jornalista é, durante horas, dias, fazer telefonemas, ler documentos, cruzar informações e informar o público de coisas realmente importantes - como o tamanho do buraco do BPN ou por quanto a PT vendeu a Vivo, no Brasil. É conhecer lugares de sonho e contá-los. É viajar a pensar nas peças que se podem fazer com a paisagem nova que desfila perante os nossos olhos. É escrever, escrever, escrever, escrever e de vez em quando relatar, em voz. É destrinçar, é conhecer, é ser frio, calculista, emocional tudo de uma vez.

São as pessoas com quem me vou cruzando, todos os dias, que me dão vontade de ser mais e melhor. Aquelas com quem trabalho e aquelas cujas histórias conto. As que me ligam as 8h30 com informação importante e as que não me atendem o telefone para evitar perguntas incómodas. São os projectos novos [como a Papel] ou as pessoas divertidas com quem novas ideias começam a tomar forma [como a Marianne].

E podia ser por elas que eu continuo a querer ser jornalista. Mas não é por elas. É por mim. Porque eu acredito que os jornalistas contribuem para um mundo melhor. Mesmo que mais ninguém acredite nisso.


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Notas soltas

1. Temos um Papa Argentino. E eu, que sei nada sobre o senhor, gostei dele assim que lhe pus os olhos em cima. Não percebi as manchetes que gritavam "os céus, o Papa Francisco é contra o aborto, a eutanásia e o casamento gay" - ele é o Papa. Católico. Esperavam que fosse o quê? Presidente dos movimentos LGBT? Poupem-me.

2. A minha constipação não passa. E eu quero que passe que não aguento mais remédios e noites mal dormidas. Preciso de descansar. A sério. Já chega. Ok?

3. Se a minha vida não muda em 2013 não sei quando acontecerá. Nunca vi tantos sinais. É rezar para que se concretizem.

4. Já leram a Papel desta semana? Está maravilhosa [sem surpresas]. E eu lá estou, a escrever, como sempre*

quarta-feira, 13 de março de 2013

Boobs

Sempre que ando à procura de lingerie há uma questão que me assalta - e continua sem resposta - e me preocupa: por que raio 90% dos soutiens têm, agora, almofadinhas, sistemas push up and so on? A sério?

 É que eu até entendo que haja pessoas que não foram muito bem tratadas pela natureza e que precisam de uma pequena ajuda. Do género: os 32 e 34 com copas A e B, vá..Agora, alguém me explica por que é que um 36 copa C precisa de push up? Ou um 38? Não chega o volume das [não tão] pequenas para ficarem bem numa camisola?

Ontem, numa das minhas sendas por roupa interior, lá acabei a ter a conversa do costume:

Mas estes têm todos push up..
Experimente na mesma, vai ver que que gosta!- senhora da loja que usa, no máximo um 32, copa A.
Aaaa..acho que não :)
Experimente, vá lá!

Fiz-lhe a vontade. Não sei se para não a ouvir se porque intimamente queria mesmo que me ficasse bem porque o modelo que tinha na mão era o mais giro que tinha visto. Quando olhei para o espelho, quase me engasguei de tanto rir. Do outro lado estava uma pequena lontra com ar de prostituta, com mamas até ao nariz, tal como esperado.

Então? Não adorou ver?
*sorriso amarelo* 

A verdade à conta desta brincadeira eu tenho cada vez menos vontade de comprar roupa interior nova. Porque me irrita que todos os soutiens me façam parecer uma dançarina de strip. Mundo da roupa interior, por favor, escuta o meu apelo: há pessoas para quem a natureza foi generosa e portanto NÃO PRECISAM de ajudas da indústria têxtil. Podem ter-nos em consideração quando fazem soutiens? Muito agradecida!

PS: e um obrigada à senhora que me atendeu que me levou uns seis modelos para experimentar e foi sempre um amor apesar da paranóia pelos 'push up' ;)
 


 

terça-feira, 12 de março de 2013

Wish list #4

Ok, vamos falar a sério, agora. E vamos começar a desejar coisas que estão mesmo ali à mão [que é como quem diz na Mango]. Este casaco é lindo! Lindo, lindo, lindo, lindo. Estou apaixonada. Juro.

Floo


Sabemos que ainda não estamos curados quando um dia cinzento como o de hoje nos obriga a andar de óculos escuros. Crap.

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segunda-feira, 11 de março de 2013

Wish list #3

Os casacos de Alicia Florrick. Todos. Bem que precisava deles todos no meu armário. <3

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domingo, 10 de março de 2013

Love is...


Arrive at home after a girls night and have some carrot syrup to treat the cough beside my pillow <3

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sábado, 9 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

Papel, papel, papel!

O nosso lema, for now!

 Entrar na equipa do Papel aconteceu, como tantas coisas boas na minha vida, praticamente por acaso. E de repente, transformou-se num projeto que dá vontade de que seja a tempo inteiro. A equipa do Papel, que não se conhece, discute, dá sugestões, elogia, critica e todas as semanas põe online uma quantidade de trabalhos de fazer inveja a muitas redações mais conhecidas.

Fazer parte do Papel é poder fazer jornalismo no termo mais romântico da palavra. É voltar a acreditar no poder da palavra e das histórias bem contadas. É cruzarmo-nos com pessoas como a Marianne e rirmo-nos das coincidências. E conhecer, sem conhecendo, jornalistas, ilustradores, escritores e demais profissionais de um País que tanto precisa de se inspirar e que tem tão boas pessoas para nos ajudar a fazê-lo.

Ser parte do Papel é acreditar que o mundo pode ser melhor. E que os bons projetos têm sempre espaço para crescer. Por isso, precisamos do vosso feed back. Vão, leiam, comentem, mostrem a mais pessoas. Papel needs you! Verdadeiramente.

O Miguel Esteves Cardoso e o José Manuel Fernandes já deram o seu voto positivo. Vão ignorar a opinião deles? :)

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quinta-feira, 7 de março de 2013

Do casório #20 (1)

Depois de escrever este texto, é obrigatório acrescentar este pedacinho, que não foi escrito por mim, mas poderia ter sido:

"Casar é compromisso perante Deus. Casar não é juntar caixotes e dividir renda. Casar é sagrado"

Wishlist #1

Imagem retirada da Internet

Imagem retirada da Internet

Imagem retirada da Internet


Quero todos. O aniversário está à porta. É só transferir o pequeno 'closet' da pequena para o meu!, pode ser?

[Acordaste um monstro, L.]

Obrigada!

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Love #2

Estou nas vossas mãos. Esta semana, que tem tido tanto de bom quanto de mau, termina convosco. Não sei como, não sei onde, não sei a fazer o quê. Termina convosco, que têm sido as minhas confidentes, as minhas amigas, o meu suporte. Que me protegem mesmo quando eu não sei. Que me levam a descansar mesmo quando não acho ter tempo. Que me mostram o mundo e me acolhem os sonhos em conversas de sofá ou em passeios por cidades de outros Países. São vocês que me conhecem os passos, me amparam as quedas, me mostram o caminho.

Vocês, a quem dou menos do meu tempo do que queria, são as amigas que nunca mo pedem - obrigada. Porque realmente não consigo transformar as 24h de cada dia em 48h. São quem manda mensagens só para "dar um beijinho" ou para perguntar se já tomei algumas das decisões mais importantes da minha vida. São vocês que vão testemunhar o dia mais importante da minha vida, porque sei que vão tomar conta do nosso compromisso como se fosse vosso.

Estou - vou estar - nas vossas mãos. E isso é melhor do que bom. É mega! Porque depois desta semana, nada podia ser melhor do que isso. Estar convosco.

(E quem é que ainda nos não segue no Facebook? www.facebook.com/cenasdiversas )

Está tudo bem!


São 9h30. O pequeno luxo de um pequeno-almoço fora de casa para afastar as constipações que teimam em invadir a casa. Nas próximas três horas há duas entrevistas para fazer, tão diferentes que deveriam ser feitas por pessoas dispares. E nenhuma está devidamente preparada. Tenho usado a espontaneidade por estes dias. Pode ser um risco, mas na actual conjuntura, é uma necessidade.

Segunda noite mal dormida. Mais umas 10 ou 12 horas de trabalho pela frente. Esta tudo bem. Que Ele protege os audazes e há-de arranjar tempo para eu descansar. Um dia destes. Esta tudo bem. 


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terça-feira, 5 de março de 2013

SOCORRO!!

A sério. O pequeno caiu de cama outra vez, depois de já ter passado uma semana cheio de febre. Eu continuo a trabalhar doze horas por dia. E eu precisava de ter tempo para estar doente também - dói-me a cabeça, passei o dia a espirrar, doi-me a garganta e tenho tosse. Mas não tenho. Porque a minha irmã também está de cama e eu ando com a irmã mais velha a revezar-me para lhe dar a comida e a fazer estar quieta. E ele está de cama. E estes caracteres não se escrevem sozinhos e as entrevistas ainda não se fazem sem mim. Mas eu estou em modo 'preciso de ajuda'. E é raro isto acontecer.


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Love #1

by Pinterest

Nestas coisas do coisas do coração sou um cachopo, disse.
Somos todos. Porque 'estas coisas do coração' metem-nos um medo danado. Não quando temos 14, 18, 23 anos. Aí fazem-nos só borboletas na barriga, esquecemos de que há uma coisa chamada cérebro e seguimos a nossa vida, com maiores ou menores tombos. Só que 'estas coisas do coração' transformam-se em algo muito sério à medida que vamos crescendo. A idade traz-nos uma coisa muito bonita - e útil - chamada serenidade e sensatez, que não nos tira as borboletas na barriga mas faz-nos lembrar de que elas não são a única coisa que importa.

O risco, agora, é deixar passar o amor, porque 'há coisas mais importantes'. Não há. Claro que um emprego, viagens e uma vida confortável são coisas importantes. Muito importantes. Mas não são mais importantes que o amor. E ao contrário de tudo isso, o amor, na maioria dos casos, não dá segundas oportunidades. E se uma carreira com altos e baixos, um salário menor e uma vida mais contida podem ser ultrapassados ao lado da pessoa certa, a ausência de um amor verdadeiro não apaga a solidão que vai acabar por se instalar se lhe não dermos uma hipótese.

Por isso, se é ela que te faz não dormir, não querer comer e não conseguir sorrir como antes porque estão longe, vai ter com ela. Porque nesta idade já não nos apaixonamos loucamente. Apaixonamo-nos profundamente, sim, mas com serenidade. E ela não te deixava a cabeça às voltas se isso não fosse coisa séria. E lembra-te: o amor raramente passa duas vezes! - escuta-me, que eu sei do que falo.

O teu coração já te disse que decisão deves tomar. Tu já sabes. E é claro que tens medo. Mas a verdade é que tens muito menos a prender-te aí do que a prender-te a ela. Portanto, não tenhas medo. Arrisca e sê feliz. E se correr mal, não deixaste para trás o teu sonho de vida. E saberás que ainda tens um amor para viver. Com amor tudo se consegue. Confia a mim. E anda. Que o amor está à tua espera!


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Energias positivas!

Hoje não se dormiu lá em casa. Acho que se dormi duas horas foi muito. Está tudo uma confusão nesta cabeça. É tanta coisa boa a acontecer que nem consigo descansar na antecipação. E as pessoas boas que a vida me coloca no caminho?

Bom, moral da história: a agenda da semana sofreu uma quantidade de revés, mas as coisas vão continuar a acontecer. Portanto, energias positivas precisam-se, sff. Grata.

[Enquanto isso, vai-se ouvindo isto e mantendo connosco os presentes dos mais queridos]

Presente da amiga-quase-irmã


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segunda-feira, 4 de março de 2013

She's back!

São Paulo, Dezembro 2011

Depois de quase um mês fora, ela está de volta! E portanto hoje vai haver jantarada da boa, conversa da boa, sofás, gargalhadas e fofoca a mil que aposto que ela tem milhares de novidades para contar! Que o tempo não estica mas tem que haver sempre espaço para quem mais importa!

Boa semana!!!!!

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Do casório #20

From Pinterest


Não, não é igual. Podem dizer-me que sim, podem sentir que sim, mas para mim não é igual. Viver com alguém é muito - é um passo enorme, gigante. É uma partilha sem igual de vida com alguém que queremos como a nós. Que queremos mais do que a nós. Mas casar? Casar é gritá-lo ao mundo. Casar é o compromisso sério, a sério, perante  a nossa família, os nossos amigos, e para nós, que somos católicos, perante Deus. É responsabilizarmo-nos um pelo outro com todos os que nos importam como testemunhas.

Têm consciência de que a Igreja vos pede um casamento para sempre?
Sim. Sim! Claro que sim. Menos do que isso não nos faz sentido. É isto. É para sempre. E queremos dizê-lo em frente a todos os que fazem parte do nosso caminho para que nos não deixem desviar-nos dele. Porque eles também são parte do nosso casamento. Da nossa vida em comum. Da nossa decisão.

Não, não é igual. Para quem acredita nele. E por isso mete tanto medo a muitas pessoas. Mas é maravilhoso quando sentimos que é para sempre. E é por isso que o queremos gritar ao mundo e partilhar com quem mais importa. Porque as coisas boas, as descobertas maravilhosas, as etapas importantes são para ser partilhadas. Como a nossa vida em comum. Como a criação de uma nova família. Não, não é igual...

E é maravilhoso.

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domingo, 3 de março de 2013

Rising!

Há muitos dias que não tenho 48h de descanso seguidas. Mas este fim de semana dormi umas 10h numa noite e fiquei quase como nova. Foi a cereja no topo de um bolo de aniversario da sobrinha mais nova, da primeira prova do vestido, de um concerto que não queríamos perder

Porque o importante é relatividade.


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sexta-feira, 1 de março de 2013

É o que falta...

Imagem retirada da internet
Marcar um hotel, numa cidade. É o que falta. Na cidade do meio. Está tudo bem. Eu ainda vou encontrar o hotel dos nossos sonhos :)

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