terça-feira, 5 de março de 2013

Love #1

by Pinterest

Nestas coisas do coisas do coração sou um cachopo, disse.
Somos todos. Porque 'estas coisas do coração' metem-nos um medo danado. Não quando temos 14, 18, 23 anos. Aí fazem-nos só borboletas na barriga, esquecemos de que há uma coisa chamada cérebro e seguimos a nossa vida, com maiores ou menores tombos. Só que 'estas coisas do coração' transformam-se em algo muito sério à medida que vamos crescendo. A idade traz-nos uma coisa muito bonita - e útil - chamada serenidade e sensatez, que não nos tira as borboletas na barriga mas faz-nos lembrar de que elas não são a única coisa que importa.

O risco, agora, é deixar passar o amor, porque 'há coisas mais importantes'. Não há. Claro que um emprego, viagens e uma vida confortável são coisas importantes. Muito importantes. Mas não são mais importantes que o amor. E ao contrário de tudo isso, o amor, na maioria dos casos, não dá segundas oportunidades. E se uma carreira com altos e baixos, um salário menor e uma vida mais contida podem ser ultrapassados ao lado da pessoa certa, a ausência de um amor verdadeiro não apaga a solidão que vai acabar por se instalar se lhe não dermos uma hipótese.

Por isso, se é ela que te faz não dormir, não querer comer e não conseguir sorrir como antes porque estão longe, vai ter com ela. Porque nesta idade já não nos apaixonamos loucamente. Apaixonamo-nos profundamente, sim, mas com serenidade. E ela não te deixava a cabeça às voltas se isso não fosse coisa séria. E lembra-te: o amor raramente passa duas vezes! - escuta-me, que eu sei do que falo.

O teu coração já te disse que decisão deves tomar. Tu já sabes. E é claro que tens medo. Mas a verdade é que tens muito menos a prender-te aí do que a prender-te a ela. Portanto, não tenhas medo. Arrisca e sê feliz. E se correr mal, não deixaste para trás o teu sonho de vida. E saberás que ainda tens um amor para viver. Com amor tudo se consegue. Confia a mim. E anda. Que o amor está à tua espera!


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