terça-feira, 30 de abril de 2013

Wedding

Foi lindo. Estamos vivos e em lua de mel. Quando voltar logo vos conto tudo tudo. Foi o melhor dia da minha vida:)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Wedding

E pronto. Está mesmo quase!!

Homens!

A sério, homens deste mundo, escutem-me com atenção: se não têm namorada, mulher, pessoa em quem estão interessados, e querem ter, POR FAVOR, não levem amigas para festas. A sério. As festas são, por definição, os lugares ideais para conhecer gente nova, divertida, para se fazerem, até, novos amigos. Se vocês lá chegam com a amiga que vos não é nada a não ser isso mesmo, acham que vão sair de lá já com uma miúda debaixo de olho? Acham que é assim? Que quando levam agluém nós, mulheres, achamos o máximo e vamos mesmo olhar para vocês?

WE ARE NOT.

Se vocês vão com uma amiga, todas as mulheres solteiras ou descomprometidas vão olhar e pensar oh well, já está ocupado. Percebem? A sério. Sejam amigos de vós mesmos! Não era suposto nós termos que vos dizer isto...

Post Scriptum

ao penúltimo post:

se não fosse a minha mãe a segurar o barco não sei bem como é que este casamento saía. Que isto é cada dia cada novidade..lord.

domingo, 21 de abril de 2013

Do casório - o último antes do dia

Como imaginam, a vida tem sido uma correria. Entre trabalho, chegadas transatlânticas e a organização do grande dia não tem sobrado grande tempo para respirar. Mas já que tive que vir trabalhar este Domingo, fica aqui o update, que será o último antes do dia porque o tempo vai esvair-se:

- Vestido praticamente pronto. Vou buscá-lo na véspera para que não haja acidentes.

- Missaletes a ser fechados. Amanhã estão na gráfica. [obrigada, Adriana.]

-  Mesas fechadas, com nomes atribuídos.

- Painel e marcadores de Mesa a ser terminados. [obrigada, Marta]

- Esteticista, maquilhadora e cabeleireira confirmadas.

- Mala para a lua-de-mel porjetada [as in, já há lista das coisas a levar].

- Local da noite de núpcias conhecido! [obrigada, Giz e Inês]

- Bilhetes impressos, reservas de hotéis impressas, carro alugado, visto tratado.

- Madrinha transatlântica em processo de cura do jet lag.

- Ansiedade a aumentar e a diminuir nas diversas fases do dia.

Faltam cento e vinte horas. Vai correr tudo bem.



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Inspiração

Esta semana dediquei-me de corpo e alma - ou tanto quanto o tempo me permitiu - à minha colaboração na Papel. Emocionei-me, arrepiei-me, e senti-me muito privilegiada por poder dar a conhecer histórias tão boas.

Portanto, todos a ler a entrevista à dupla criativa da campanha da Dove que está a correr mundo aqui e a entrevista à Courtney, que estava a cortar meta da maratona quando as bombas explodiram em Boston! Aqui. No entretanto, também falei mais sobre o Hugo Veiga aqui.

E entretanto, o Frente e Verso habitual com a Lénia também está quase a sair.

Moral da história? É ir ler, pessoas, é ir ler!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pre-wedding Diet

Ontem foi assim [e com algumas vairações, tem sido isto dia-sim-dia-não]:

Torradas e meia-de-leite ao pequeno-almoço. Pão-de-leite misto ao almoço. Hamburger e batatas fritas do Mac ao lanche. Lays Camponesas (meio pacote, vá) para o jantar. Meio litro de água antes de ir para cama.

Hoje, a variação: Pensal ao pequeno-almoço. Sandes de presunto e brie ao almoço. Croissant com fiambre ao lanche. Teme-se o pior para o jantar!! :D

terça-feira, 16 de abril de 2013

Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh

Não, a mulher do século XXI não ganhou uma vida maravilhosa. A mulher do século XXI começa a semana com um dia de doze horas. Depois disso, chega a casa e faz um jantar para quatro, com entradas, prato principal e sobremesa. A mulher do século XXI dorme [mal] seis horas e sai para trabalhar as 7h30. Depois passa uma tarde a matar saudades da amiga com quem já não está - decentemente - há umas semanas valentes, compra mais umas coisas para o grande dia e quando chega a casa faz o quê?

Lava a loiça, faz telefonemas internacionais para mais umas reportagens, arruma a casa minimamente, envia trinta mails e no fim disso tudo, então...senta-se a descansar.

E depois ainda há quem se admire de que eu coma um pacote inteiro de batatas fritas como jantar. Mas desadmirem-se: hoje vai mais um. Ou isso ou um prato de Pensal. Nham nham.

Molduras

Gosto de estar em casa ao jantar e ver as pessoas que recebemos olharem para as tantas fotos giras, nossas, que povoam as paredes da casa. Fotos que por vezes até para mim são novidade; foi a tua força de escolher, imprimir, trazer e montar nas molduras que as fez estarem ali. Falámos disto tantas vezes e no que a mim tocou nunca saiu do projecto. Porque me esqueço, porque quero fazer bem (e não fazer é não falhar), porque será amanhã.
Mas fazes-me fazer, e num fim de semana criámos cidades nossas - Paredes-de-Sala, População: 4 (duas vezes cada um de nós); Esquerda-do-Corredor, População: 8.
E apesar de não estarem com régua e esquadro, assim se constrói, com molduras que nos suportam lindamente.

Boston

Há uma hora e meia que tenho o blogue aberto numa 'nova mensagem'. Não consigo escrever. As imagens de Boston não me saem da cabeça.

[Hoje e quinta-feira haverá mais sobre isto aqui ou aqui]

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Real Beleza

Já falei do Hugo algumas vezes. E não vou parar de falar enquanto ele não parar de fazer trabalhos como estes. Porque nós somos muito mais bonitas do que achamos. E porque são pessoas como ele que levam Portugal mais longe.

Ora vejam tudo: aqui


Presentes

Ontem, depois de ouvir um tenho aqui uma coisa para ti, corri feito miúda para ver o que era. Eu adoro presentes. Toda a gente adora presentes. Não haja falsos moralismos. E de repente ele estende-me um saco branco, de plástico, fechado, e diz: foi o M. quem mandou. Não sei o que é. E eu, que tenho um olho demasiado clínico para ver através de pequenas opacidades, desmanchei-me a rir ainda antes de abrir o saco e confirmar as minhas desconfianças:

Porque o nosso caríssimo amigo - mais dele do que meu, temos que admitir - me ofereceu um saco cheio de tampões e de pensos higiénicos - da marca que eu uso!, e curiosamente para a qual ele trabalha - que deve chegar pelo menos até ao final do ano. Juro. 

O que eu me rebolei a rir, minha gente. O rapaz até acertou nos modelos. Sorte a da piquena que o agarrar. Aquele homem sabe aquilo de que uma mulher precisa.

Priceless.


Do casório #23

No outro dia, em conversa com uma das bride-to-be 2013, estive quase para lhe sugerir que ela usasse a minha mãe em vez da dela, na preparação do casamento. A minha mãe é do estilo: 'tu-é-que-vais-casar-portanto-eu-não-quero-saber-das-flores-das-músicas-do-vestido-ou-da-lista-de-convidados-mas-ajudo-te-no-que-precisares". E digo-vos que isso é realmente agradável quando estamos com trinta mil coisas para fazer e mais 45 mil pessoas a mandar bitaites. É a florista, os senhores do 'catering', os senhores da quinta, o fotógrafo, os convidados, as recém-casadas, as noivas-que-ainda-vão-ser. Enfim. É um sem fim de opiniõe que - e eu sei que as pessoas só querem ajudar - só desajudam.

O nosso dia está quase a chegar. E nós temos algumas coisas para fazer, como é natural. coisas que só nós podemos fazer, como organizar as mesas, definir músicas, enfim... :)
Mas há coisas que estão definidas há imenso tempo e das quais não vamos abdicar. Mesmo. A saber:

- Não queremos fotógrafos nas respetivas casas. Eu quero estar descansada, a fazer a minha maquilhagem e o meu penteado com a minha cabeleireira (faz sentido), com as minhas madrinhas que tenham tempo de aparecer e com a minha irmã. As únicas fotos que existirão serão tiradas por alguma destas pessoas e nunca por outra pessoa. Não é que não goste do nosso fotógrafo [que gosto, obviamente, e que ainda por cima conheço há anos]. É porque não quero. Quero estar descansada. Quero andar só de lingerie se bem me apetecer. Quero estar histérica e feliz e contente e 'whatever' SÓ com as minhas pessoas. Até a minha mãe entende isto e diz que é capaz de só ir para me ajudar a vestir <3

- Não queremos 'carro-alugado-ao-estilo-limusina-ou-qualquer-outra-coisa-pipi' para sair da Igreja. Não queremos porque não somos assim. Já sabemos com quem vamos para o jantar e qual o carro a utilizar. E não dissemos a mais ninguém a não ser à pessoa que nos vai levar. Porque nós gostamos, mesmo, que não dêem por nós, mesmo que seja no dia do nosso casamento. E não queremos saber se 'ah uh o carro faz toda a diferença'. Não faz. Não queremos saber. Não gastamos dinheiro e muito menos tempo a pensar nisso.



- Não vamos ter luzes nem bolas de espelhos na pista de dança. O-o. Conhecemos os nossos amigos bem o suficiente para saber que eles não precisam disso. E nós não temos dinheiro para o exagero que isso ia ser em cima do nosso já esticado orçamento.

- Não vai haver fotos de praxe daquelas agarrados às pessoas com um sorriso amarelo excepto a pedido pessoal de cada um. E mesmo assim vai ser difícil. Não gostamos, achamos foleiro e não estamos para isso. Perde-se imenso tempo e as fotos ficam sempre péssimas: os noivos parecem duas estátuas de cera ao lado das quais vão desfilando pessoas. Claro que a minha avó vai querer uma mas os amigos estão proibidos. Sejam originais. Fotografemo-nos a divertirmo-nos a sério! :)

- Não sei como vai ser o meu bouquet de verdade- Sei como o quero, passei a mensagem, mas não sei mesmo como vai ficar. E sabem que mais? Não quero saber. Vai ser feito com muito amor. E por isso vai ficar lindo.

- Ok, e também não vamos ter tules nos bancos da Igreja...obviamente.

[e sim, eu sou a noiva com o pior feitio da História que podem imaginar. a sério :) Mas mesmo cheiinha de mau feito, daqui a duas semanas estamos a passear num sítio muito giro. UUUUHHHUUUHHHH!!!]

sábado, 13 de abril de 2013

Do casório #22

Eu não tenho sido uma noiva muito ansiosa. Tenho algum nervoso acumulado, como me parece natural, e continuo com muito trabalho, o que não tem ajuda à questão. Seja como for, tenho tentado gerir emoções da melhor forma...

Mas hoje...hoje a minha 'gestão de emoções' teve um nome. Que eu já conhecia, que me fazia bem, mas que nunca mas nunca me soube tão bem. Depois de passar a minha manhã no cabeleireiro - onde a pequena R. também me fez lindamente [e que vai tratar de mim no grande dia] - a minha querida linda, fantástica e amorosa esteticista recebeu-me para uma limpeza de pele. Com direito a massagem de peeling, a massagem de relaxamento, a velas, a telefones desligados e a música para descontrair. Durante hora e meia, enquanto ela tratava do meu rostozinho e das minhas mãos - já experimentaram o tratamento com parafina? Noooosssaaaaa - ela não me deixou pensar em mais nada. Foi a primeira vez, em MESES, que tive uma hora e meia assim. Para mim. Sem pensar em nada. E voltei tão mas tão descontraída que os problemas que possam aparecer parecem-me absurdamente pequenos e irrelevantes.

Ainda por cima descobri que a minha querida Rogéria agora também vai a Lisboa dois dias por semana. O que significa que pode ir A CASA tratar de miiiiim. Estou relaxada e além disso super hiper mega contente. É o que vos digo.

[melhor só ela ter avisado toda a gente que na véspera do grande dia me recebe, somente sozinha, durante aquela tarde. mais ninguém está autorizado a entrar nem que seja para retocar uma unha. Entendeu? Assim você fica com a tarde para descontrair, sozinha. E eu ainda repito o miminho no seu rosto para você ficar relaxada.

Obrigada, Senhor. Isto foi bom demais!!!


Breathing



Há lugares que nos devolvem sempre a paz de espirito. Que nos fazem bem sempre que voltamos. Que sabemos que se vão manter. A menos de duas semanas do grande dia, estes sítios, com as pessoas de sempre tornam-se ainda mais importantes. Para nos ajudarem a respirar. A ser. A estar. A descansar.

Ainda por cima o sol voltou e a fotossintese devolveu-me alguma da tranquilidade de que estava precisada.

Haja algo que não falhe ;)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Certezas

Os meus amigos são o mais importante que existe na minha vida - não incluo neste grupo a minha família nuclear porque, pura e simplesmente, me parece óbvio que é insubstituível. Os meus amigos, na sua diversidade, puxam por mim, ralham-me, espicaçam-me, ajudam-me, apoiam-me, divertem-me, chamam-me à atenção. No fundo, estão.

Sei que escrevo imenso sobre amigos. Demasiado, pensarão vós. O problema é que realmente são eles que fazem os meus dias mais brilhantes, razão pela qual não posso deixar de o fazer, mesmo que alguns achem aborrecido. No dia do meu aniversário fiz algo que não fazia há anos e que foi uma pequena antecipação daquilo que vai ser o 'nosso grande dia'. Juntei os amigos mais queridos, vindos de mundos tão diferentes, na mesma celebração. E podia não ter acontecido mais nada e podíamos ter ficado ali só a conversar uns com os outros, sem comida, sem bolo, sem vinho(s). Quando me encostei a um dos cantos da sala e olhei, era claro como água quem ali estava:

- Ali, sentados, os amigos das jantaradas. Sempre disponíveis. Que ligam para dizer que gostaram do texto que leram esta manhã no jornal, para discutir política ou para combinar um brunch com compras. O S. e a A. tornaram-se naqueles amigos sem os quais já não passo, mesmo que as nossas agendas sejam um desastre para acertar. Com eles há sempre boa disposição e disponibilidade garantidas.

- Depois, a V. e o D. Os de há mais tempo, ela, sobretudo. Que me surpreendem todos os dias, porque ainda que a vida nos tenha levado para caminhos tão diferentes, não se deixaram ir. Na praia, em casa, em aventuras que incluem caminhadas e bolhas nos pés, lá estão eles. Animados. Diretos. Simples. Genuínos. Fantásticos.

- A T. e o T. são sempre os mais atrasados a chegar. Mas são uns amores. Que se lembram das coisas mais engraçadas, que são uns pais exemplares, que trabalham incansavelmente mas têm sempre  tempo para os amigos. Que tomaram decisões fantásticas e que são pessoas de tanto mas tanto valor que até me custa ter que os descrever. Porque será sempre injusto.

- No outro canto, o R. e a M. Amigos mais recentes, que devagarinho se foram chegando e encontrando o seu lugar. A M. espicaça-me. Puxa por mim. Tem o olhar objetivo que às vezes o meu entusiamo por tudo tolda. É uma amiga super atenta que não se esquece de traçar um plano muito claro para os nossos futuros e fazer-me olhar para ele como quem diz: atenta que já não temos 18 anos. Há decisões agora que são importantes...

- Ao lado deles o D., um amigo sui generis, que tem uma boa onda capaz de animar qualquer um. Que passa um Domingo à tarde a arranjar estores, se pedirmos, e que se senta connosco a contar as histórias mais mirabolantes das suas aventuras e desventuras amorosas. Um coração mole que adoramos.

- A C. e o P. chegam a correr, como sempre, animados, divertidos, atentos. A C. tem um estilo muito próprio mas é impossível não gostar dela. Acutilante, divertida, inteligente, informada. E uma eterna indecisa. Adoro-a. De verdade.

- E na conversa com eles estão o L. e a I., que são quase impossíveis de descrever. Estão sempre - mas é mesmo sempre!! - bem dispostos, elétricos e completamente loucos. E são das pessoas mais generosas que nos cruzam ao caminho. Amigos daqueles a sério, com quem gostamos de passar férias, com quem a conversa nunca se esgota. Amigos com projetos bons, com ideias maravilhosas...[e que ainda por cima cozinham sempre. Um mimo]

- Daquele lado, mesmo ao lado da mesa, os quatro inseparáveis que eram amigos dele e agora também são meus. Que carregam mesas, partem molduras, fazem festas-surpresa...tudo o que possam imaginar. São os mais novos. Mas já são dos melhores.

-  E a L. e a C., que entretanto chegaram e saíram, que enchem sempre a casa de gargalhadas e de bolos, e que estão sempre prontas para a festa? A C. conheci por intermédio da L. mas já não passo sem ela. Sem elas. Que me dão os jantares mais divertidos, as conversas mais idiotas e os conselhos mais parvos de sempre. às vezes. às vezes dão dos bons ;) .

- E claro, a M. e a T. Que chegam aos gritos, acordam a vizinhança, espalham coisas pela mesa, passeiam pela casa toda, e ficam até depois de todos os outros se irem embora. A M. e T. que não pedem atenção, não se furtam a disparates diversos - sobretudo se ninguém está a ver - e que estão sempre bem dispostas. Nesse dia ficaram, comentaram tudo até à exaustão, e quando enfim sucumbiram ao cansaço, não deixaram o prédio sem avisar a vizinhança que o faziam. Ora pois.

Podia ficar horas a escrever sobre eles. Sobre os amigos. Os bons. Aqueles que permanecem.Por hoje é isto. Que já me acalmou o coração, palpitante, que dizia: escreve, fala, mostra, elogia. Porque eles merecem. Mesmo que não leiam este blogue.


Here He pauses...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Do orgulho

Podia ser só porque ele é o homem da minha vida, o que significa, também, que tenho por ele um orgulho maior do que por mim. Podia ser por amor, por paixão ou somente por 'solidariedade'. Mas não é. Esta ligação vem aqui parar porque também é dele a empresa que e, passo a passo, a subir as escadinhas da ribalta.

É porque eles [todos os que fazem dela o que ela é] merecem tudo o que agora o Universo lhes está a devolver. É porque as horas - dias, noites, semanas, meses - passadas sem descanso estão a dar frutos. É porque em Portugal se fazem coisas boas e são essas que merecem destaque. E porque todos eles estão de parabéns.Porque esta já é a segunda [boa] crítica internacional numa semana. Portanto, vão mas é ler e conhecer mais sobre estes miúdos:




"A few days ago I saw a video that’s been circulating on the internet about Portugal. The whole video is developed around one question: “How do you identify this country? a) a country in crisis b) a place to grow c) the country for sale”, and the correct answer is b.
With the video that we present today you can easily see why, without mixing political and economic interests.

This song “For Real” belongs to the Portuguese musician and composer Orlando Santos. Beyond this singer, known as one of the best male artists voice on the national scene, the theme has the special participation of Kika Santos – the cherry on top of the cake .This is his first theme, from debut album “My Soul” which was released on April’s 25th.
His work touches territories of Jamaican music, reggae, rock, soul and folk music. The ideal to see and hear when you want peace, tranquility and love. A good moment just chilling.
This song “for real (electric mood),” came from the acoustic version of the song, in an attempt to try new things, allowing more people appreciate the moment with a higher dose of energy and charisma.

About the video I must say that there is “an intense and interesting visual counterpoint enhanced by André Gaspar, director accredited in digital compositing and animation, which has devised a dream Lisbon through the silhouettes of Orlando and Kika”.
André Gaspar is not only the director, but also integrates the production and post-production team, Diffuse Studios and Nebula Studios respectively.
The video shows us the characteristic sunshine in Portugal, the architecture of downtown Lisbon and a set of colors, shapes and movements that come together in such a balanced way, that leave us surrendered!

Despite all the difficulties, when you see a work with such quality and love to give to all who see it, you know that we are on track!"

Just...smell it!

Para os mais esquecidos, hoje é dia de mais uma edição da Papel. O que significa que também me podem ler por lá. Sozinha ou em conjunto com a Lénia, como é habitual!

Por aqui, só mais daqui a pouco que tenho que acabar de me deliciar com a Vogue USA de Abril [digam o que disserem, a Michelle faz umas capas dos diabos!]

Até já!!!

Pensemos!

"Pensa branco e terás branco". Este ano os pensamentos estão focados no final do ano. Pensemos e teremos. <3

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Masrshmallow de Alfazema

Abril 2013
Tirei imensas fotografias e não consegui nenhuma que fizesse jus à verdadeira cor deste verniz (esmalte) que é a minha nova paixão. Foi um presente da minha querida M. que mo trouxe quando passou pelo Brasil e daqui a pouco já não tenho mais de tantas vezes que o uso. Tem um tom roxo azulado que o faz tão diferente quanto bonito. E ainda por cima combina com a capa do meu iPad. Faz todo o sentido. :) O problema foi que me lembrei de ir ver a coleção da Risqué para este Outono/Inverno. OMG. Eu tenho que ir ao Brasil. Pronto. É mais do que oficial! :)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Chegou!

Já chegou e eu sou uma pessoa muito mais descansada. De repente saíram-me da lembrança -e da agenda - uma quantidade de coisas que me preocupavam. Depois de uns dias de descanso sei que vai arregaçar as mangas e tratar de tudo - aliás, mal chegou lembrou-se de que era necessário tratar de coisas de que eu nem me tinha lembrado.

E nós já começámos a discutir, como se previa. Mas a vida de repente, ganhou uma nova dinâmica. E hoje é um bom dia. No matter what! :)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

De desinteresse

Transparente. Às vezes, sem em dar conta, é assim que vou sendo. Sem o glamour, o reconhecimento, as conversas, o impacto que acreditava que ia ser possível ter. Sobretudo junto de quem nos é mais querido, porque a verdade é que são esses que nos interessam, que nos importam, a quem nos queremos mostrar, também.

E a verdade é que o que eu faço, especificamente, interessa zero a quem me rodeia. Ninguém me diz podias escrever sobre isto. Podias conhecer aquilo. Podias ir não sei onde. [Quase] ninguém lê o que  escrevo e quem lê muitas vezes envia-me mensagens e emails a dizer que não percebeu lá muito bem. Faz sentido. Ninguém quer saber de cotações da bolsa, dos resultados dos bancos, dos negócios entre empresas, dos investimentos, juros, depósitos ou o que seja. Ninguém à minha volta. Que há quem queria, obviamente, ou eu não teria trabalho.

Depois há aqueles dias em que escrevo para uma ou outra revista. E aí há alguma curiosidade. Mais por que se sai dos registo habitual do que por que o que escrevemos interessa. E esta transparência incomoda-me. Este quase esquecimento de que aquilo que aqui se faz também importa ao mundo. De que na verdade é valoroso embora pareça não importar. Os trejeitos de 'ai, que seca, estiveste a escrever sobre isso' às vezes custam mais do que as horas de trabalho. São trejeitos legítimos, é certo. Mas que soam mal. Soam a desinteresse e a descaso. E há dias - aqueles em que queríamos, acima de tudo, estar a fazer outra coisa qualquer - em que esse desinteresse soa a desmerecimento.

Mas well, "all emotions are beatuful" :)

Da felicidade

Às vezes é no final do dia, somente, que ele vale a pena. Hoje foi o dia. Porque há amigos que chegam para dar mimos. E outros para nos fazer sentir úteis. Às vezes é no final do dia, somente, que ele vale a pena. Pudesse eu ter finais de dia destes. Todos os dias.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Looovely







Há precisamente sete anos que não o troco. Foi amor à primeira vista e daí em diante, tirando um ou outro mês em que não consegui suprir a falha, faço-me acompanhar dele todos os dias. Achava mesmo que o teu perfume seria mais excêntrico, disseram-me no outro dia.


A questão é que eu tenho um problema com odores demasiado fortes. E agonio-me com perfumes que para muitas pessoas são suaves. Por exemplo, o Aqua de Gio é ótimo. Fica lindamente na minha irmã mais velha. Eu uso-o e é ver-me mal disposta durante uma hora - mais ou menos o tempo que o cheiro demora a desvanecer-se. Depois há, por exemplo, o Light Blue. Que é o perfume da minha irmã do meio. E é um problema, que mesmo que eu queira vestir um casaco dela por cinco minutos fico enjoada que só visto. 

E como estes há imensos. Para mim, encontrar o perfume perfeito é quase tão difícil quanto encontrar o homem perfeito - check, check aos dois. Yeay. E por isso mesmo, quando o encontrei, nunca mais o larguei. O problem(inh)a é que o Lovely já não é vendido em Portugal [porquê, meu Deus, porquê?]e portanto as minhas reservas têm sido feitas anualmente, sempre que ponho um pezinho em Madrid.O que é uma ótima desculpa para viajar até à capital do lado...


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Brasil


Rio de Janeiro, Dezembro 2011

Entranhou-se-me na pele. No sangue. Nos hábitos e, mais importante, no coração. Foi um ano - há tanto tempo, já - mas pareceu uma eternidade. Tenho por aquele país exatamente o mesmo sentimento que tenho pelo meu: entristeço-me com as desgraças, lamento a incompetência política e a disparidade social, olho-o objetivamente como se estivesse de fora. Vejo-lhe os problemas mas reconheço-lhe as qualidades: e uma delas é fazer-me muito feliz.

Há dias que a ausência e a distância me custam mais. Às vezes, quando em casa escolho a próxima cor para pintar as unhas, dou por mim a sorrir por ver que entre os 98 frascos, há apenas uns quatro que não trazem em sim um bocadinho daquele país que também já é meu. Às vezes esse gesto é calmante, outras angustia mais. Como fazer pães de queijo ou comer esfihas de carne. Que me cheiram e sabem a Brasil ao mesmo tempo que o não fazem, porque tudo o que os rodeia é tão diferente.

Sinto, sinceramente, a falta da alegria constante. Da boa disposição. Da música. Da vista que se contempla a passear em Copacabana ou de ir fazer um 'brunch' na Benjamim Abrahão antes de dar uma volta da Oscar Freire. Sinto falta da descomplicação.

Mas depois tenho que treinar o meu melhor sotaque [dizem que parece mineiro] para saber de novas histórias e poder continuar o meu trabalho. E enquanto isso passo os olhos pela última Veja que cá chegou e, de alguma forma, o coração abranda. Pelo menos até começar pensar quando lá poderei voltar para matar saudades de todos aqueles que também fazem dele o meu país de coração. Porque até na redação sinto falta da redação que lá conheci.

No final do mês um pedacinho desse mundo aterra lá em casa para testemunhar um dos momentos mais importantes da minha vida. E eu só posso agradecer. Porque se cumpre o ditado: Se Maomé não vai à montanha, então vai a montanha a Maomé. E se bem a conheço, desconfio de que me vai encher a casa de Brasil em três tempos. O que só me faz ter mais saudades. E ter a certeza de que a nossa história ainda não acabou.


terça-feira, 2 de abril de 2013

São 98...

os vernizes que me enchem atualmente as prateleiras. Noventa e oito. E quando me perguntam se uso todos é que me apercebo realmente de que...sim!

Red, Red, Red
Cenário Perfeito

Roxinho

Pimenta Rosa

Husky

Convite!

A Lénia convidou e eu não podia recusar. A minha mais recente parceira de escrita tem um blogue que eu lia antes mesmo de saber quem ela era e agora estamos juntas naquele que é um dos projetos mais giros em que já participei (Papel, Papel, Papel).

Hoje escrevo aqui, a convite da Lénia. Uma fofinha! :)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

(Re)Madrid

Se há coisa que me faz falta são os nossos dias de passeio. Sozinhos. Sem confusão. Telefones. Computadores. Trabalho. Pessoas.

Faz-me falta passear de mão dada contigo, ver coisas novas e descansar em bancos de jardim.

Está quase. Está mesmo quase. É só sobreviver a tudo o que falta e está quase. Se o desejo fizesse o tempo andar mais depressa ...

Boas energias

Here's the thing: de más energias está o País e o mundo cheios. Portanto, se todos sucumbirmos a essa moda, o nosso mundo passa a ser um desastre. No outro dia, em conversa com uma antiga colega de faculdade, dei por mim a dizer-lhe como tinha conseguido combater a história das más energias - sendo que eu não sou propriamente uma pessoa pessimista. Na verdade, não tenho o mínimo saco para discursos derrotistas e de 'vai-se andando'. Rebolo logo os olhos e é ver-me a bufar que nem uma maluca.

Mas e então, como se consegue contrariar o stress, o drama, os aborrecimentos quotidianos? Eu faço da seguinte forma: não gasto energias a aborrecer-me com coisas que não consigo resolver. Por exemplo, se estou à espera do autocarro e ele tarda em chegar, de pouco serve que eu esteja a bufar, nervosa, e com o coração apertado. Porque ele não vai chegar mais rápido. E além disso eu canso-me - já repararam como é cansativo andar sempre aborrecido? A sério...

Também não me aborreço com pessoas que não me merecem o tempo. Se aquela pessoa não me diz nada, se a sua opinião não me importa, se lhe não reconheço importância para a minha vida, ignoro-a. Não a trato mal, mas também não me lembro que ela existe. Se tenho que trabalhar com ela coloco o meu melhor sorriso e respiro três vezes antes de responder. No restante tempo, ignoro. Desta forma temos uma convivência pacífica, eu não me chateio todos os dias. É um exercício de vontade. Como tudo na vida

Não gostam do vosso trabalho? Não o podem deixar - porque obviamente o tempo não está para aventuras? Arranjem 'hobbies'. Atividades que vos façam bem. E antes de começarem a trabalhar, pensem que "são só umas horas". No entretanto oiçam boa música e leiam bons artigos. E quando saírem, caminhem pelo menos durante dez minutos. Faz lindamente à cabeça, para conseguirem desligar do modo trabalho. E ocupem o resto do tempo a fazer coisas de que gostam. A conhecer pessoas que valem a pena.E nunca, NUNCA, levem os problemas de trabalho para os jantares ou encontros de amigos. Falem deles em casa, com a vossa cara-metade, e ponto. Não há pior que pessoas chatas a falar sobre trabalho. I mean it.

Esclareçam os problemas. Todos os problemas que ficam por resolver numa situação aumentam para o dobro com o passar do tempo. E em vez de deixarem uma ninharia transformar-se num monstro, peguem 'o boi pelos cornos' e resolvam logo a situação. Que já ninguém tem 15 anos para amuar nem para acreditar que 'se não se falar sobre o assunto ele desaparece'. Não desaparece. Portanto resolvam-no. E sigam em frente.

Que a vida é demasiado curta para não ser vivida com um sorriso nos lábios. Trust me!

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