sexta-feira, 7 de junho de 2013

Que pena...

Conhecer pessoas interessantes. Perceber que, cada vez menos, pertenço a este País. A esta pequenês. Dar conta de que Portugal tem tanto de bom quanto as pessoas têm de miserabilistas. Ter conversas fantásticas que podem dar um trabalho incrível. Ter pena, miuita pena de quem não percebe que pode ser mais. Ter pena deste Portugal cinzento como a alma, como a disposição das pessoas. Sentar-me, sozinha, com vista para a cidade, a pensar que seria muito mais feliz num lugar onde as pessoas, pelo menos, soubessem sorrir.

Os portugueses perderam a capacidade de sorrir.

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