segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

John.

A tua serenidade. Já escrevi, vou repetir, e dizer-to quantas vezes fizerem sentido. A tua serenidade é, creio, uma das coisas de que mais gosto em ti. O teu silêncio, que às vezes me assusta, às vezes é um verdadeiro bálsamo para a minha sempre barulhenta e agitada alma.

Milan 2013


Ontem, enquanto inclinavas a cabeça e rezavas, observava-te e pensava que não podia amar-te mais. Tenho-o pensado repetidamente. Hoje voltou a acontecer. Mesmo quando partilho algo que não esperas à hora menos própria e da forma menos recomendada [as usual :D] tu consegues surpreender-me com as palavras, com o sorriso que te adivinho, com o abraço que sei que me darias não fosse não estarmos à distância de um.

É precisamente por seres tu a pessoa com quem quero envelhecer, partilhar o bom e o mau, que tudo se torna tão fácil: de verbalizar, de partilhar, de viver.

Combinámos, quando casámos, que nunca nos esqueceríamos de dizer, todos os dias, que nos amávamos. Às vezes não dizemos - apesar de eu acreditar que ambos sabemos. Às vezes dizemos mais do que uma vez. Hoje apetece-me dizer-te o dia todo. Como não posso ligar-te constantemente, escrevo. Porque assim podes ler sempre que quiseres.

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