quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Sou

A adrenalina. A tensão a disparar é o cansaço a diminuir na proporção exacta do tempo a correr. Falar com pessoas. Falar com pessoas. Falar com pessoas. Contar-lhes a minha história e querer completá-la com a deles. Escrever. Escrever. Escrever.

E no final, não sentir que a adrenalina passou. No final, saber que o cérebro continuará a tentar encontrar uma forma de descobrir aquela ultima peça que tema em não aparecer. Para que a adrenalina não morra e a história não acabe.

É isto. Não o que eu faço. Mas o que eu sou. Que as vezes - obrigada país-amor - é também o que faço.

1 comentário:

Ocorreu um erro neste dispositivo