terça-feira, 1 de abril de 2014

Da vida. Ou da morte.

E nós, apressados!, vivemos assim sempre numa correria desenfreada. Para ter mais!, para ser mais!, para querer mais. Achamos que temos a vida toda pela frente e que aguentamos tudo, fazemos tudo, chegamos para tudo. Que os momentos especiais podem esperar, que as pessoas podem esperar, que nós podemos esperar.

E de repente!, num segundo, sabemls que há vidas que acabam assim: cedo demais, rápido demais, estupidamente demais. E ficamos a pensar no que andamos a ser, a ter é a fazer. No que realmente importa se em vez de mais 50 anos afinal só vivermos mais dez. Se faríamos tudo exatamente da mesma forma se sentíssemos que somos mais efémeros do que aquilo que somos.

[eu, aqui, fico a pensar em como se reconstrói uma vida - quatro vidas - sem uma pessoa que vestiu os filhos de manha e que à noite, sem se esperar, já lá não está. Fico a pensar que força será esta que eu sei que aquela família terá para ultrapassar isto. A efemeridade de uma vida que todos acreditámos que seria muito mais longa. Eu mando orações. E espero que com elas, força. ]

1 comentário:

  1. é muito complicado..
    por isso é que é preciso aproveitar a vida ao máximo, pois nunca sabemos o tempo que cá vamos estar :(

    kisses***

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