quarta-feira, 9 de abril de 2014

Escritos

Ocupa-se de breu o firmamento,
Num lapso de eternidade.
[e os astros que ausculto, de distantes,
são só saudade]
Cintilam-lhe fuscos penachos
De preenchimento,
Na extorsão da escuridão
Ao vazio dos entre-espaços.

[Medindo se esgota o tempo
na compreensão dos extremos do infindo.]

(a conclusão será nos teus braços, quando enfim me devolveres o céu que deténs, e me confina...)

*um dia li isto e quis acreditar que era para mim. Encontrei estas palavras ontem. Têm dez anos. Ouch.

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