quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Do que fica. Do que importa.

Respirar fundo. Deixar as lágrimas cair, que ajudam a lavar alma. Sorrir com as lembranças, sentir o coração apertado pelo que não volta. Coisas. São apenas coisas que não voltam. As pessoas, essas, estão guardadas nas memórias e no coração. E assim continuarão. Na lembrança.

Não nos apegarmos às coisas. Coisas. Coisas. Sentir que não nos podem levar o que somos, o que construímos, o que temos, nós, em nós. O que somos, não o que temos. Sempre. Sempre, sempre o que somos e não o que temos. O que queremos ter. O que tivemos. Tudo passa, tudo pode passar excepto o que somos, o que vivemos, o que recordamos, o que sentimos, o que fazemos sentir. Guardar estas memórias e vivências como se fossem as coisas que nos levaram. Tudo o resto passa. Tudo o resto pode ser-nos levado. O que somos fica, sempre.

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