terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Da saudade que aperta

Às vezes, sobretudo quando a noite cai mais cedo e quando o frio se torna mais agreste, bate aquela saudade imensa do sorriso que conseguimos do outro lado do Atlântico. Do mate Leão que acompanha biscoito Globo, na companhia de que mais gostamos, de quem se transformou no mais importante da vida.

O pão de Açúcar, lá ao fundo, a lembrar-nos de que a vida, por muitas voltas que dê, nos quer bem. Tanto bem. O sol a queimar-nos a pele, a areia a esfoliar-nos os pés, o vento que nos põe o cabelo em desalinho e os sorrisos que nos não saem da cara porque aquele país agora também é nosso (dos dois). Porque temos família que escolhemos em lugares que nunca pensámos pisar quando mais ter uma casa a que chamamos, mesmo, casa.


De repente bate uma saudade de aterrar no Galeão, de havaianas nos pés e protetor solar na mala e ser feliz assim. Na simplicidade de um sorriso.

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